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23/10/2007 - Comunidade News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Certo e errado

Por: Breno DaMata


Neste espaço eu tenho combatido, com certa regularidade, as injustiças cometidas por políticos e pessoas físicas contra a nossa comunidade. Faço porque é o dever da imprensa denunciar e trazer à justiça aqueles que cometem crimes contra a população em geral.

Infelizmente, é também nosso dever agir da mesma forma quando o próprio brasileiro age contra a comunidade.

A má-fé de algumas pessoas chega ao extremo. Muitos, inclusive, usam igreja e a fé das pessoas para atingir seus objetivos financeiros.

A cultura brasileira, da Lei de Gerson, ainda se faz presente na forma de pensar e agir de alguns, mesmo residindo nos EUA, país onde a oportunidade existe para todos.

A crise financeira, a recessão e a falta de empregos, gera em pessoas mais propensas à desonestidade, atitudes que levam ao roubo, à falcatrua e ao estelionato.

Mas e aqui, onde não existe nada disso? Onde o emprego está disponível e as pessoas são bem remuneradas?

A resposta está no caráter de cada pessoa, na criação e na honestidade acima de qualquer vantagem material.

Nesta semana, tivemos exemplos em Newark, NJ e Danbury, CT, de pessoas que não medem esforços quando o assunto é dinheiro.

Infelizmente, mesmo tentando fazer a coisa certa, ainda encontramos pessoas que criticam os jornais por denunciá-los, principalmente quando se trata de figuras públicas entre os brasileiros.

Dizem que expor no jornal denigre a comunidade. Mas quem de fato denigre, o jornal que faz a matéria ou a pessoa que cometeu o crime?

É preciso que nós, a todo momento, nas pequenas coisas, coloquemos a ética e a honestidade em primeiro lugar. Agindo assim, teremos condições de cobrar de nossos políticos quando eles roubam, por exemplo. Do contrário, estaremos usando dois pesos e duas medidas, ao reclamar de quem rouba no governo, mas aceita os pequenos delitos cometidos no cotidiano.

O certo e o errado não podem ser relativizados de acordo com a nossa conveniência. Certo é certo, errado é errado. Ponto final.

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