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23/01/2013 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Karatecas são acusados de agressão e estelionato


Três famílias de ex-alunos de Karatê dos irmãos John Michael Santa Rosa, 27, e Johnyvaldo Santa Rosa, 25, os denunciaram por estelionato e falsidade ideológica desde novembro de 2012. O caso ganhou repercussão quando vídeos contendo imagens de supostas agressões cometidas por eles contra alunos foram divulgados por veículos televisivos nos últimos dias. Outras entidades acabaram reforçando as denúncias e outras famílias se dispuseram a defender os professores. Ontem o DIÁRIO ouviu todos os envolvidos.

“A gente não imaginou que ia ter toda essa repercussão. Tudo começou quando fui questionar se o certificado emitido era falso, porque eu não achava que documento importante deveria ser tão simples como o que deram pro meu filho”, denunciou Edilamar. Ela afirmou que ao procurar a Federação Paraense Esportiva Educacional de Artes Marciais (FPEEAM) acabou levando o vídeo do exame de faixa, apenas para provar que o filho teria se graduado com os irmãos Santa Rosa.

A acusadora também denunciou que a declaração fornecida pela associação para que as escolas liberassem os alunos da prática de educação física era irregular, pois utilizava sem autorização o CNPJ da então Liga Esportiva Paraense de Artes Marciais (LEPAM), hoje FPEEAM. Miguel Jorge, diretor da FPEEAM disse que John e Johny não têm permissão para “usar o nosso CNPJ”.

Disse que assim que documentos com a inscrição da entidade de forma irregular chegarem, as providências serão tomados. Entre os documentos irregulares estão supostas carteiras falsas da federação.

DESDOBRAMENTOS

Ao ver as fortes imagens divulgadas, Pedro Yamaguchi, presidente de academia com o mesmo nome, reconheceu os ex-alunos. “Quando jovens eles treinaram comigo. Porque o pai deles veio me pedir, eles receberam certificado provisório de faixa preta, mas ao retornarem ao Pará quiseram saber Karatê demais, então acabamos não tornando o documento definitivo, porque pra isso ele teria de ter sido reconhecido pela Federação Brasileira de Karatê”, afirmou.

O diretor de arbitragem da modalidade, Antônio Brito, disse que viu as filmagens e ficou perplexo. Já o professor Sidney Oliveira disse que imagens não são de exibição.

OUTRO LADO

Os irmãos que hoje pela manhã devem ser ouvidos pelo delegado Jaime Sales da Seccional de Icoaraci alegaram que a certificação dada pela Academia Pedro Yamaguchi foi recebida de maneira regular e jamais foram informados sobre suposto caráter provisório do documento e que se for realmente inválido o certificado recebido processarão o antigo mestre por falsidade ideológica. Também alegaram que a pertenciam à antiga ALEPAM e utilizavam o CNPJ de maneira legal, pois, fornecer a inscrição seria uma das funções da federação.

Outra alegação é que desconhecem qualquer carteira emitida em nome de outra entidade que não fosse da própria associação, através da qual teriam autonomia para fazê-lo. Autonomia também, conforme argumentaram, eles possuem para elaborar a forma que acharem melhor para avaliar os próprios alunos nos exames de faixa, e que a suposta simulação na modalidade Bunkai foi feita de maneira limpa, e que nenhum aluno deles jamais fora machucado, como reforçaram vários alunos e professores ao DIÁRIO.

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