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24/01/2013 - AngoNotícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

DNIIAE apresenta cidadãos vietnamitas que falsificavam vistos de trabalho


A Direcção Nacional de Inspecção e Investigação das Actividades Económicas (DNIIAE) apresentou ontem, em Luanda, nove cidadãos de nacionalidade vietnamita que falsificavam vistos de trabalho e cartões de residência no mercado do Quifica, no bairro do Benfica.

Além da apreensão de 12 passaportes originais e 35 cópias de vistos falsificados, a polícia deteve também os meios de trabalho como impressoras, computadores e scanners.

O chefe de departamento de inspecção da Direcção Nacional da Polícia Económica, o superintendente chefe Cristiano Francisco, explicou que os falsificadores copiam o visto de trabalho válido, depois fazem uma cópia informática para alterar o nome, a fotografia e o número. No fim colocam o “visto” falso no passaporte.

Cristiano Francisco disse que a polícia teve conhecimento da rede de falsificadores há 15 dias e depois de várias investigações deteve um vietnamita e, por meio deste, os outros nove que pertencem ao mesmo grupo também foram apanhados e apresentados ontem à imprensa.

Segundo o superintendente chefe Cristiano Francisco, os estrangeiros de nacionalidade vietnamita foram os que mais beneficiaram da falsificação de vistos de trabalhos e a maior parte deles trabalham em empresas de construção civil. “E pela forma como eles actuam julgamos nós que já fazem este trabalho há muito tempo”.

Cristiano Francisco salientou que os estrangeiros entram em Angola legalmente, com visto de trabalho. Quando termina o prazo de permanência no país, procuram falsificar vistos de trabalho para ficarem mais tempo. Este é um sinal de que existem outros grupos, há muitas casas de fotocópias e eles utilizam-nas para fazerem os seus negócios ilegais, principalmente em Luanda.

“Os falsificadores de vistos de trabalho estão detidos por crime de falsificação de documentos, conjugado com a permanência ilegal no país, por isso vão ser entregues ao Ministério Público para serem julgados e cumprirem pena aqui em Angola. Depois são expulsos”, sublinhou Cristiano Francisco.

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