Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIDADE DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste inédito treinamento programado para o dia 20/12 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

27/12/2012 - Portal Terra / AFP Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Julgamento por fraude fiscal contra jurista russo morto é adiado


O julgamento por fraude fiscal contra o jurista russo Serguei Magnitski, que será realizado, apesar de sua morte na prisão em 2009, foi adiado para 28 de janeiro porque os advogados da família se negaram a participar, indicou o tribunal.

"O processo foi adiado para 28 de janeiro, porque os advogados dos acusados não se apresentaram na audiência desta quinta-feira", indicou à AFP o serviço de inprensa do tribunal Tverskoi, onde o processo deveria ter começado.

Serguei Magnitski, um conselheiro fiscal que assessorava o fundo de investimento ocidental Hermitage Capital, morreu em uma prisão de Moscou em novembro de 2009 depois de 11 meses de prisão preventiva. O jurista havia sido detido em 2008 acusado de fraude fiscal.

Em um primeiro momento havia denunciado uma maquinação financeira de 5,4 bilhões de rublos (130 milhões de euros), preparada, segundo ele, por autoridades da polícia e da administração fiscal em detrimento de seu empregador e do Estado russo.

Mas Magnitski acabou sendo acusado de fraude fiscal pelos mesmos funcionários que denunciou, segundo Hermitage, e inclusive depois de morto continua sendo alvo de acusações perante a justiça. William Browder, presidente da Hermitage Capital, é acusado no mesmo caso.

"Não tenho nenhuma razão para participar de atividades anticonstitucionais", declarou à AFP o advogado da família de Magnitski, Nikolai Gorojov, que não foi à audiência desta quinta-feira. "O Tribunal Constitucional russo explicou que a retomada de uma investigação sobre uma pessoa morta só é possível com o objetivo de reabilitá-la. A família de Magnitski não havia pedido para a investigação ser reativada. Isso ocorreu por iniciativa do procurador-geral adjunto Viktor Grin, que participou da acusação", explicou.

O caso Magnitski provocou um escândalo nas relações entre Moscou e Washington. No dia 14 de dezembro, as autoridades americanas promulgaram uma lei que proíbe a entrada nos Estados Unidos e prevê a apreensão dos bens dos cidadãos russos envolvidos na morte do jurista, ou em outras violações dos direitos humanos.

A Rússia respondeu com uma lei que proíbe os cidadãos americanos de adotar crianças russas e prevê a elaboração de uma lista de cidadãos dos Estados Unidos e outros estrangeiros indesejáveis na Rússia.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 146 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal