Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

23/10/2007 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Mulher que raptou bebê fez parte de bando de estelionatários; ela obteve a delação premiada

Por: Fernando Zandonadi


A falsa enfermeira, Maria do Carmo Moreira, 35 anos, que raptou o bebê de três dias no último sábado (20) foi indiciada em 2005 pelo crime de formação de quadrilha, na cidade de Dores de Campos, Zona da Mata mineira. “Houve um cumprimento de mandato de busca e apreensão e a notícia era de que havia uma quadrilha muito ampla atuando em Dores de Campos e outras regiões. Ela estava junto com os conduzidos”, afirma o titular da delegacia de Prados, cidade do interior mineiro, delegado Alexander Soares Diniz.

De acordo com o delegado, Maria do Carmo fazia parte de uma quadrilha relacionada a clonagem de telefone, furto e receptação de veículos e estelionato. “Ela revelou com o que a quadrilha trabalhava, mas também foi presa. No decorrer do processo, o promotor encarregado do caso entendeu que cabia a delação premiada”, conta o delegado.

A delação premiada é um instrumento pelo qual um acusado de crimes é capaz de obter benefícios como redução de pena e proteção policial, se colaborar com as investigações. No caso de Maria do Carmo, a moeda de troca foi o encaminhamento para o Provita (Programa de Proteção à Testemunha). A quadrilha, conta o delegado, atuava não apenas em Dores de Campos e na cidade vizinha Prados, mas em São Paulo, e timidamente no Rio de Janeiro.

A chefe do Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Cariacica, Lídia Meireles, informou que tem 10 dias de prazo para concluir o inquérito. O crime poderá ser investigado em conjunto com a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). A delegada disse que alguns procedimentos não serão revelados para não atrapalhar as investigações.

Maria do Carmo afirmou que estava sob proteção do Programa de Proteção à Testemunha. Integrantes do Provita no Estado negaram que ela estivesse sob em território capixaba. Depois a falsa enfermeira apresentou a versão de que perdeu o bebê e por último de que foi coagida por um cunhado para seqüestrar um recém-nascido e vendê-lo. A delegada Lídia Meireles afirmou que nenhuma hipótese pode ser descartada.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 312 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal