Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


ÚLTIMOS TREINAMENTOS DE 2017 SOBRE FRAUDES e DOCUMENTOSCOPIA

Veja aqui a programação dos últimos treinamentos sobre Falsificações e Fraudes Documentais (16/11) e sobre Prevenção e Combate a Fraudes em Empresas (30/11).

Acompanhe nosso Twitter

19/11/2012 - O Liberal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Paraenses na mira do Golpe do Montepio

Por: Dilson Pimentel

Golpistas exigiam depósito em banco para que vítimas recebessem dinheiro.

O que, a princípio, parecia ser a possibilidade de conseguir um bom dinheiro, transformou-se em uma grande dor de cabeça e um prejuízo de R$ 30 mil para um professor de 59 anos. O docente, que mora em Belém, não sabia. Mas foi envolvido em uma trama bem articulada por uma quadrilha - o "Golpe do Montepio". Audaciosos, os golpistas fizeram vítimas em todo o País. Há poucos dias, parte do bando - sete pessoas - foi presa, no interior de São Paulo, a partir das investigações realizadas pela Delegacia de Repressão a Crimes Tecnológicos (DRCT), da Polícia Civil paraense.

Ousados, eles usaram os nomes de juízes, militares das Forças Armadas, policiais militares e professores, entre outras categorias. Primeiro, enviavam cartas às casas das pessoas com documentos fraudados para parecer correspondência oficial de órgãos públicos. Nas correspondências, as pessoas eram informadas de que tinham quantias a receber na Justiça referentes a indenizações ou resgate de previdência privada. Os envelopes ostentavam timbres de autarquias ou grandes escritórios de advocacia. Depois, telefonavam para as vítimas em potencial. Por acreditar na veracidade da indenização, as pessoas pagavam taxas a título de custas do processo para a liberação do dinheiro.

No dia 6 de junho deste ano, o professor, que pede para não ser identificado, recebeu uma correspondência dessas em sua residência. A carta partiu de um certo departamento de previdência privada. E, bem elaborada, continha todos os dados pessoais e profissionais dele. Durante duas décadas, o professor pagou uma previdência privada, mas deixou de fazê-lo há dez anos. "Pensei que fosse um resgate referente ao tempo em que eu paguei a previdência privada", diz. Mas, nesse primeiro momento, ele não levou a sério a carta. "Não dei importância", conta.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 100 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal