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06/07/2012 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça acata denúncia de estelionato contra Nelsinho

Ele é acusado de passar um cheque sem fundo no valor de R$ 25 mil a um hotel.

A Justiça acatou a denúncia oferecida pelo Ministério Público e o ex-chefe de gabinete do governo Bulgareli/Toffoli e hoje pré-candidato a vereador pelo DEM (Democratas), Nelson Virgílio Granciéri, o “Nelsinho”, vai responder criminalmente pelo famoso artigo 171 (estelionato) por caso ocorrido em maio do ano passado.

De acordo com a peça acusatória, assinada pelo promotor Lysâneas Santos Maciel, o outro réu do processo, o advogado e na época dos fatos presidente do MAC (Marília Atlético Clube), Hely Bíscaro, tentou acomodar atletas do time em um hotel localizado na rua Sete de Setembro, centro, porém, como não haveria pagamento antecipado, a hospedagem foi negada pelo gerente, que alegou que o clube já tinha pendências com a empresa.

Logo depois, o advogado e um representante do hotel se encontraram com Nelsinho, que se comprometeu a pagar R$ 35 mil por 90 dias de estadia dos atletas. Já em outubro, o ex-chefe de gabinete emitiu um cheque, proveniente de uma conta no Banco do Brasil em seu nome, no valor de R$ 25 mil para efetuar o pagamento. Ao tentar descontar, a empresa descobriu que não havia fundos.

“Havendo indícios da ocorrência do fato criminoso, recebo a denúncia oferecida pelo Ministério Público”, diz trecho do despacho, assinado pelo juiz substituto Rafael Rauch. O processo, inscrito sob o número 158/2012, corre na 2ª Vara Criminal.

Nelsinho foi braço direito do ex-prefeito Mário Bulgareli, que renunciou em março, passando a cadeira ao vice Ticiano Toffoli. Em dezembro do ano passado Nelsinho foi preso em operação da Polícia Federal e GAECO (Grupo de Atuação Especial ao Crime Organizado) acusado de comandar esquema de mensalão de mais de R$ 500 mil que eram distribuídos a aliados políticos, servidores municipais e empresários.

Ficou 11 dias preso na cadeia de Garça e ainda é investigado pelo Ministério Público. Segundo a denúncia do MP, há evidências de que o ex-chefe de gabinete cobrava propina de empreiteiras contratadas pela prefeitura para a liberação de pagamentos por serviços executados. Ação que investiga improbidade administrativa tramita na 4ª Vara Cível de Marília.

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