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22/11/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Oito pessoas são presas por suspeita de fraude em Alvorada do Oeste, RO

Durante Operação Olimpo, 37 pessoas foram denunciadas pelo MP. Políticos, empresários e servidores públicos estão envolvidos no esquema.

A operação Olimpo, realizada no município de Alvorada do Oeste (RO) desarticulou uma organização criminosa instalada na administração pública da cidade, formada por empresários, políticos e servidores públicos. Das 37 pessoas denunciadas pelo Ministério Público (MP) de Rondônia, oito já estão presas.

A operação em parceria com o Tribunal de Contas e das polícias Civil e Militar começou há oito meses. Foram apreendidos documentos que comprovaram o esquema criminoso que acontecia no Instituto Municipal de Previdência e na Secretaria de Educação do município.

Segundo o MP, nessa quarta-feira (21), 37 pessoas, entre políticos, empresários e servidores públicos foram denunciadas. Dez prisões foram decretadas e oito envolvidos foram presos, sendo eles; Juliano Heiduschadt Gomes; Janete Maria Pasqualotto da Silva; Alvair Zentarski; Sheila Saraiva Cunha e Silva; Valnir Gonçalves de Azevedo; Rui Luiz Cavalcante; Adriano José Montalvão de Lara; Eliazer Alves dos Reis

De acordo com as investigações o esquema criminoso acontecia desde 2003 em Alvorada do Oeste. Durante as investigações, o MP descobriu que a quadrilha era chefiada pelo ex-prefeito do município, Laerte Gomes, que desviou recursos públicos e fraudou licitações, impedindo que empresas fora do esquema ganhassem o processo licitatório.

Estima-se que o prejuízo causado pela quadrilha ultrapasse R$ 9 milhões. Embora apareça como chefe da organização criminosa, o pedido de prisão preventiva do ex-prefeito foi negado. Conforme o procurador geral da justiça Heverton Alves de Aguiar, isso aconteceu porque Gomes renunciou ao cargo e a Justiça entendeu que o ex-prefeito não participa mais do processo.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de dispensa ilegal de licitação; fraude; tentativa de afastamento de licitante; falsidade ideológica e formação de quadrilha.

Segundo a polícia, outras 23 pessoas foram denunciadas.

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