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23/10/2007 - cidadeverde.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha usa nome do Bolsa Família e dá golpe de mais de R$ 70 mil em Teresina

Por: Fábio Lima


A Polícia investiga uma quadrilha de falsários com atuação na zona sudeste de Teresina. Os bandidos obtêm documentos de terceiros, em pelo menos um caso confirmado com o pretexto de conseguir inscrição no Bolsa Família, e fazem compras no comércio da capital piauiense. Até um carro no valor de R$ 25 mil foi adquirido pelos falsários, que enganaram também agências bancárias e financeiras. Eles estão sendo investigados pela equipe do 1º Distrito Policial, Centro. A fraude já causou prejuízos de R$ 70 mil, mas o valor pode ser maior.

Segundo o delegado Paulo Nogueira, uma pessoa já foi detida para averiguações e liberada no início da noite desta terça-feira (23). Maria de Fátima Saraiva foi localizada pelos agentes do 1º DP, comandados pelo chefe de investigação Carlão. Pelas informações iniciais apuradas por Paulo, ela é a mãe de um bandido conhecido como Jaburu, mas não seria a peça mais importante do crime.

Uma pessoa já ouvida extra-oficialmente, de nome Daiane, é a primeira vítima identificada do golpe. Ela teria fornecido sua identidade e seu CPF para Jaburu, com a promessa de ser incluída no programa Bolsa Família, do Governo Federal. Jaburu acabou utilizando a documentação para cometer os crimes com uma mulher, identificada como Samaritana de Sousa Borges, mas cujo nome nem a polícia sabe mesmo se é esse. No residencial João Paulo II, região do Grande Dirceu, ela é conhecida como Silvana.

A polícia investiga como os falsários conseguiram documentos para enganar comerciantes. Maria de Fátima sustentou no depoimento que é tesoureira da Associação de Moradores do Residencial João Paulo II. A suspeita é que ela teria pego os documentos dos associados para repassar ao filho e Samaritana. Outra entre várias possibilidades é que a mãe de Jaburu nem tenha vínculo com a associação, e use apenas o nome da mesma para obter a documentação, com a promessa de conseguir o Bolsa Família.

A investigação indica que os documentos não eram devolvidos sob algum pretexto. O RG tinha a foto trocada pela do bandido para que o golpe pudesse ser aplicado na praça. Ainda não se sabe precisar quantos envolvidos e quanto eles fraudaram. Pelo menos cinco pessoas integrariam a quadrilha.

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