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22/10/2007 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presos integrantes de quadrilha que clonava cartões de crédito


Policiais da 1ª Delegacia de Policia da Asa Sul prenderam, nesta segunda-feira, mais quatro acusados de fazer parte de uma quadrilha que clonava cartões de crédito no Distrito Federal. Dois homens e duas mulheres estavam sendo investigados há mais de um mês, mas a polícia intensificou o cerco desde a última quarta-feira, quando os irmãos Fernando e Ronaldo Carvalho, da mesma quadrilha, foram presos.

No apartamento de um dos suspeitos, em Águas Claras, foram apreendidas mercadorias, avaliadas pela polícia em mais de R$ 200 mil. Entre os produtos, estavam bolsas, bebidas importadas, televisões, tênis, jóias, drogas e munições. A polícia acredita que a quadrilha começou a agir em março do ano passado. Nesse período, a quadrilha teria arrecadado quase R$ 1 milhão com a venda de mercadorias.

Para o delegado-chefe da 1ª DP, Damião Lemos, os irmãos Pablo e Fábio Caixeta, e as irmãs Daniely e Delainy Melo, são a outra ponta do esquema. “Os dois envolvidos presos na semana passada eram responsáveis pela clonagem. Hoje conseguimos prender quem fazia as compras”, afirmou. O grupo ainda contava com a participação de funcionários de restaurantes e lojas, que passavam os dados dos cartões por meio de aparelhos conhecidos como chupa-cabra. Segundo o delegado, cada funcionário dos estabelecimentos recebia R$ 30,00 para colaborar com a quadrilha. Com os dados dos clientes, o grupo confeccionava cartões falsos e usava para fazer compras.

O delegado confirma que o golpe era eficiente, pois as compras feitas com cartão de crédito não exigiam senha. Lemos pede mais atenção dos usuários de cartão para não serem prejudicados. “É preciso prestar atenção na hora de fazer a compra. Não deixar estranhos levar o cartão para longe do campo de visão. É nesse momento que a clonagem acontece. Sempre mantenha o cartão à vista”, recomenda. Os acusados serão indiciados por formação de quadrilha e estelionato. Se condenados, podem pegar até oito anos de prisão.

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