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18/12/2012 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Investigados por fraudes respondem em liberdade


Desde sexta-feira da semana passada, todos os investigados que foram detidos estão em liberdade. Os últimos cinco que estavam em prisão temporária naquela data foram soltos com a autorização dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MP) e policiais da delegacia em Sorocaba do Grupo Antissequestro da Polícia Civil (GAS). Poderiam ter permanecidos presos até o sábado e ainda existia a possibilidade da prisão ser renovada por mais cinco dias, mas conforme explicou ontem um dos promotores do Gaeco, Luiz Fernando Guinsberg Pinto, a finalidade dessa prisão é a de reunir provas para a investigação, o que já havia sido feito até a última sexta-feira.

Ganharam liberdade, segundo o promotor Guinsberg, o suposto líder do que seria uma organização criminosa, Fábio Berti Carone, e os demais supostos envolvidos, Odair José da Silva, Alberto Antônio de Moraes Terra, Artur Berti Ricca e Daniel Haruo Suzuki. As investigações no momento estão em fase da análise da documentação e perícia nos computadores apreendidos nas sedes das organizações não governamentais que prestavam serviços no Hospital Regional de Itapetininga, além do material recolhido no próprio Hospital e na Prefeitura de Itapetinga.

Entenda o caso

Um suposto esquema de pagamento por serviços que nunca foram prestados e de superfaturamento no Hospital Regional de Itapetininga e outras unidades de saúde em cidades de três estados brasileiros foi desmontado no dia 11 deste mês com a Operação Atenas, deflagrada pelo Gaeco e GAS. As investigações tiveram início há um ano e na residência de Carone a polícia encontrou na semana passada cerca de 952 mil reais, 8 mil euros, 3,2 mil dólares e mil pesos, chilenos e argentinos.

As investigações apontam Carone como o líder das duas associações civis denominadas Sistema de Assistência Social e Saúde (SAS) e Instituto SAS, contratadas pelas responsáveis das unidades da saúde para promover a administração de serviços hospitalares, como ocorria na Prefeitura de Itapetininga desde 2007 por meio de prorrogações consideradas ilegais. Juntas, essas associações faturavam a média anual de R$ 100 milhões em contratos com vários municípios. Segundo representantes do Gaeco foram constatadas as práticas dos crimes de peculato, formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e fraude em licitações. (L.N.)

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