Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIDADE DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste inédito treinamento programado para o dia 20/12 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

24/11/2012 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Novas provas impedem oitivas sobre fraude

Nova sessão foi agendada, mas a data não foi revelada.

Prevista para ser realizada ontem (23), a primeira audiência para oitiva das vítimas e testemunhas no processo que investiga diversas fraudes no combate ao vitiligo e psoríase - ambas doenças de pele - e que causaram prejuízo superior a R$ 60 milhões aos cofres do Estado, em crime descoberto durante a “Operação Garra Rufa”, deflagrada pela Polícia Civil em 2008, foi adiada após o surgimento de novas provas.

O processo tramita em segredo de Justiça, no entanto o Jornal Diário apurou que a não-realização do procedimento foi motivada porque a defesa dos réus não foi notificada acerca das novidades no caso. A reportagem tentou obter mais informações com o promotor do caso, José Bento Guimarães, porém ele se declarou impedido.

Uma nova audiência foi agendada para as oitivas, porém a data não foi revelada. Os réus são acusados dos crimes de falsidade e uso de documento falso por estelionato. Todos respondem o processo em liberdade.

O CASO

Seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público suspeitas de integrarem uma quadrilha acusada de fraudar laudos médicos e conseguir judicialmente o direito de receber gratuitamente medicamentos para combate ao vitiligo e à psoríase.

Investigações apontaram que a Associação de Pessoas Portadoras de Vitiligo e Psoríase encontrou duas pessoas que sofriam da doença na região de Jaú.

Ambas as pacientes não passaram pelo tratamento primário, de praxe em casos como este. O médico Paulo César Ramos, um dos denunciados, fraudou um laudo e a entidade ingressou na Justiça com pedido de liminar para que o Estado fornecesse gratuitamente o medicamento do laboratório Mantecorp Indústria Química e Farmacêutica, com custo de até R$ 1.600 e que não estava no programa público.

O pedido foi a julgamento e a entidade ganhou em primeira instância. No entanto, logo após a Polícia Civil descobrir o esquema, a decisão foi revogada, evitando, segundo o MP, mais prejuízos aos cofres públicos. Ainda segundo a investigação, o laboratório aumentava os lucros com a prática e repassava porcentagem para o grupo.

Foi descoberto que, das 15 pessoas cadastradas pela entidade, três não possuíam a doença e outras 12 não precisavam do medicamento.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 98 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal