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24/11/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF investiga servidor da AGU por suposta fraude em pareceres

Por: Mariana Oliveira

Polícia Federal fez operação de busca e apreensão na sede do órgão. Advocacia-Geral da União informou que vai abrir apuração interna.

Um servidor da Advocacia-Geral da União (AGU) é alvo de investigação da Polícia Federal por suposto envolvimento em grupo que teria se se infiltrado em órgãos federais para obtenção de pareceres técnicos favoráveis ao setor privado. A investigação faz parte da Operação Porto Seguro, realizada na manhã desta sexta-feira (23) e que cumpriu seis mandados de prisão e 43 de busca e apreensão nas cidades de Cruzeiro (SP), Dracena (SP), Santos (SP), São Paulo (SP) e Brasília (DF).

Sob o comando da superintendência da PF em São Paulo, foi realizada coleta de documentos na sede da Advocacia-Geral da União, em Brasília.

Segundo a PF, o nome do servidor não pode ser divulgado porque a investigação tramita em sigilo. O Jornal Nacional informou que foram feitas apreensões de documentos na sala de José Weber Holanda, o segundo na hierarquia da AGU, subordinado ao advogado-geral Luís Inácio Adams.

A Advocacia-Geral da União informou, por meio de nota, que abrirá um procedimento interno de investigação para apurar a conduta do servidor.

"O advogado-geral da União já instruiu a corregedoria da instituição para que abra procedimento interno de apuração e determinou total colaboração com os procedimentos investigatórios."

A AGU disse ainda que a coleta de documentos pela Polícia Federal "se restringiu à sala de um único servidor". "Seguindo orientações da Polícia Federal, a identidade será mantida em sigilo para não prejudicar as investigações, pois o processo está sob segredo de Justiça."

Denúncia

A apuração da Polícia Federal teve início em março de 2011 após denúncia de um servidor do Tribunal de Contas da União (TCU), que disse à PF que haviam lhe oferecido R$ 300 mil para que ele elaborasse um parecer técnico para beneficiar um grupo empresarial do setor portuário.

Segundo a PF, os investigados podem responder por corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha, tráfico de influência, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica e falsificação de documento particular.

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