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14/12/2012 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF lista 54 faculdades vítimas de fraude ou tentativa em vestibulares

Polícia Federal cumpre 70 mandados de prisão na Operação Calouro. Valor das vagas girava em torno de R$ 45 mil a R$ 80 mil.

A Polícia Federal divulgou nesta sexta-feira (14) uma lista com 54 faculdades de todo país onde foram constatadas a atuação de grupos criminosos fraudando ou tentando fraudar vestibulares de medicina. Segundo a polícia, em vários desses eventos as instituições deram apoio impedir que os criminosos tivessem êxito nas fraudes.

Segundo a PF, 51 pessoas foram presas em vários estados do Brasil e no Distrito Federal, até as 18h desta quinta-feira (13), suspeitas de participar de quadrilhas que fraudavam vestibulares de medicina em faculdades do país. Do total de prisões até agora, 18 foram em Goiás; 9 em Minas Gerais; 5 no Rio de Janeiro; 5 em São Paulo; 4 no Distrito Federal; 4 no Rio Grande do Sul; 3 no Tocantis; 2 no Espírito Santo e 1 no Acre.

A Operação Calouro foi deflagrada na quarta-feira (12), quando sete líderes de sete quadrilhas que fraudavam vestibulares de medicina pelo país foram presos. Segundo a PF, o valor das vagas girava em torno de R$ 45 mil a R$ 80 mil. A Justiça expediu 70 mandados de prisão, ou seja, 19 pessoas ainda estão foragidas. A PF informou que ainda divulga balanços parciais, por não ter chegado ao fim da operação e porque o delegado ainda vai decidir os tipos de prisão, a partir do caso de cada detido.

Esquema

O esquema funcionava de duas maneiras. Na mais simples, uma pessoa envolvida na quadrilha falsificava documentos e fazia a prova no lugar do verdadeiro candidato. Essa pessoa que realizava a prova quase sempre era um aluno de medicina com boas notas na faculdade.

Na outra modalidade, um membro da quadrilha fazia a prova rapidamente e saia da sala. De posse do gabarito, conferia o resultado e passava as informações por meio de uma escuta eletrônica ou por celular para o candidato.

Indiciados

A polícia vai indiciar os estudantes que recorreram às quadrilhas. O foco nos alunos, no entanto, fica para a segunda fase da operação, após encerrada a investigação sobre os membros da quadrilha.

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