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12/12/2012 - Esquerda Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Chefe de governo das Ilhas Caimão preso por corrupção

McKeeva Bush é suspeito de corrupção envolvendo importação ilegal de explosivos. Arquipélago é conhecido por ser um paraíso fiscal e refúgio para instalar subsidiárias de empresas e fundos de risco que querem fugir aos impostos.

O primeiro-ministro do arquipélago das Ilhas Caimão, McKeeva Bush, foi preso terça-feira na sequência de uma investigação de corrupção que envolve a importação de explosivos. As Ilhas Caimão são conhecidas por serem um paraíso fiscal que alberga as sedes de milhares de subsidiárias de empresas, fundos de risco (hedge funds) e outros interesses financeiros que usam as suas leis de segredo bancário para pagarem o mínimo de impostos.

McKeeva Bush foi preso na sua residência e libertado horas depois de ser interrogado. A polícia disse que Bush está a ser investigado por uso indevido de um cartão de crédito do governo, quebra de confiança, abuso do cargo e conflito de interesses “em ligação com a alegada importação de substâncias explosivas sem autorizações válidas”.

Recentemente o arquipélago foi muito falado nos Estados Unidos porque foi lá que a empresa que Mitt Romney fundou, a Bain Capital, instalou dezenas de empresas.

Segundo o New York Times, Bush pode estar em conflito com o governo britânico, que tem jurisdição sobre o território, e que estaria a insistir no reforço da responsabilidade das autoridades locais. “McKeeva não é um modelo de responsabilidade”, disse um colunista do Grand Cayman Magazine ouvido pelo diário norte-americano.

Mas o presidente d Bolsa de Valores do arquipélago, Anthony Travers, disse que não há motivos de preocupação por parte dos investidores, argumentando que a indústria de serviços financeiros é muito independente dos políticos e da legislatura.

Foi a segunda detenção de uma figura política de um território britânico do ultramar. Na sexta-feira, Michael Misick, ex-primeiro-ministro das Ilhas Turks and Caicos, foi preso no Brasil devido a um mandato internacional de prisão da Interpol, também devido a uma investigação de corrupção.

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