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13/12/2012 - Adrenaline Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Professor define fraude na urna eletrônica como "plausível e muito séria"


O matemático e professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Antônio Dourado Rezende, acompanhou o relato de Rangel, um hacker de 19 anos que confessou ter burlado o sistema eletrônico de votação para favorecer um determinado candidato nas eleições municipais do Rio de Janeiro. Rezende concedeu uma entrevista ao site Viomundo, na qual classifica a fraude como “plausível, reveladora de muitos detalhes da fase de totalização, e muito séria”.

“É nessa fase do processo de votação que fraudes podem ocorrer de forma definitiva”, afirmou o professor. “Ao mesmo tempo, curiosamente, essa fase é sempre omitida nas avaliações externas e testes públicos de segurança, alardeados como garantias de lisura do processo de votação.”

Rezende ainda lembrou que, durante o seminário, Rangel disse que realizava as fraudes através de pregões virtuais para “leiloar lotes de votos a serem burlados em tempo real, durante a totalização.”

O especialista explicou que Rangel entrava na rede interna do Tribunal Regional Eleitoral (TER) através de uma porta oculta no firewall operado pela companhia telefônica responsável e burlava os votos por meio de um nome de usuário e senha vazados pelos organizadores do leilão.

Na entrevista ao Viomundo, o professor ainda explica detalhes técnicos de como o hacker conseguia alterar os votos. E, ainda, atribui essa possibilidade “em parte, à vulnerabilidade do sistema como um todo. E, em parte, por tal vulnerabilidade ter passado desapercebida da grande maioria dos eleitores por tanto tempo, enquanto as pessoas iam sendo induzidas, com ingênuo ufanismo e propaganda massiva, a tomar a segurança de uma coisa pela da outra.”

O professor Pedro Rezende trabalhou no Vale do Silício, Califórnia, nos Estados Unidos, com controle de qualidade na Apple Computer e com as primeiras aplicações em hipertexto em 1988. É consultor em criptografia e segurança na informática para empresas, órgãos públicos, legisladores, operadores do Direito e agências de fomento à pesquisa científica e à produção cultural. A entrevista completa pode ser vista neste link.

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