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27/11/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MPF apura indícios de 59 fraudes no Hospital de Base em Bauru, SP

Elas teriam sido cometidas no setor bucomaxilofacial. PF também investiga casos de dupla cobrança.

Três anos depois da operação “Odontoma”, que prendeu em 2009 o diretor da Associação Hospitalar de Bauru (AHB), Joseph Saab, o filho dele, o dentista Marcelo Saab e outros quatro ex-integrante do conselho da entidade por fraudes no setor bucomaxilo, ainda não há respostas da Justiça sobre o caso.

Os processos continuam nas mãos dos procuradores da República. Segundo o Ministério Público Federal há indícios de 59 fraudes cometidas no setor bucomaxilofacial. Um inquérito foi aberto pela Polícia Federal para apurar casos de dupla cobrança também em procedimentos ortopédicos. "Temos indícios de que outros 58 casos foram descobertos. Depois da operação, infelizmente, as fraudes continuaram acontecendo", contou o procurador da República, Fabrício Carrer.

A operação “Odontoma” foi deflagrada depois de denúncias de peculato, falsidade material e ideológica, formação de quadrilha e apropriação indevida dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos inquéritos apura a destinação de um empréstimo de R$ 16 milhões feito pelo ex-diretor Joseph Saab. O outro é sobre denúncias de que Marcelo Saab recebia dinheiro por procedimentos do SUS não realizados.

"Esses desvios nada mais eram para manter o teto para que a Associação Hospitalar não perdesse recursos. Isso já está nos autos que o sistema era de contratualização. Não dependia de serviços prestados", afirmou o advogado de defesa, Edson Reis.

A suspeita surgiu depois de uma denúncia feita pela família de uma das pacientes do Hospital de Base. A idosa foi orientada a comprar uma prótese importada no valor de R$ 11 mil. Ao mesmo tempo, os denunciados cobraram do SUS uma prótese nacional que custou na época aos cofres públicos R$ 1,7 mil.

"Pedimos junto aos usuários do sistema que tenham passado por cirurgias no setor de prótese e que tenham vivenciado essas situações que procure o Ministério Público para denunciar", informou o procurador da República, Pedro Machado.

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