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09/12/2012 - 180 Graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ações contra a corrupção no PI evitaram desvio de R$ 100 mi

As operações foram deflagradas pela PF a partir de ações e auditorias desenvolvidas por orgão do PI.

As operações conjuntas da rede de controle externo contra a corrupção, realizadas do ano passado para cá, evitaram o desvio de R$ 110 milhões dos cofres públicos do Estado, segundo levantamento da Controladoria Geral do Estado (CGE). As operações foram deflagradas pela Polícia Federal a partir de ações e auditorias desenvolvidas pela Controladoria Geral do Estado em parceria com o Ministério Público Federal, Tribunal de Contas do Estado, Tribunal de Contas da União e a própria PF.

Foram deflagradas pelo menos três operações da Polícia Federal de 2010 para cá, que barraram a ação de quadrilhas que vinham desviando milhões do erário. A última ocorreu há dez dias para barrar o desvio de R$ 7 milhões em vendas de medicamentos e equipamentos na Secretaria Estadual de Saúde. Segundo o Controlador Geral do Estado, Antônio de Almeida Filho, as ações conjuntas têm surtido resultado e estão tendo desdobramentos. "Agimos com informações e repassamos aos demais órgãos que compõem a rede de controle. A parceria tem dado certo", observou.

Ele informou que essas ações e operações da PF de 2011 a 2012 conseguiram barrar a sangria de mais de R$ 100 milhões. "Procuramos atuar com mais transparência e com mais controle sobre as contas públicas. O governador Wilson Martins tem cobrado isso e dado condições para agirmos desta forma", adiantou Antônio Filho. "Essas operações são resultados das ações de controle e troca de informações através de medidas preventivas e corretivas na busca de uma melhor aplicação dos recursos e prevenção da corrupção", frisou o controlador geral.

Até agora foram realizadas três grandes operações em que atuaram conjuntamente o MPF, PF, CGE e CGU - duas delas na área da Saúde, a Operação Nosferatu e a Gangrena; a outra foi a Operação Geleira, envolvendo prefeituras acusadas de desviar R$ 20 milhões da saúde e da educação através de notas fiscais frias. A operação Nosferatu foi deflagrada para desarticular uma quadrilha especializada no desvio de recursos públicos do Sistema Único de Saúde (SUS) feito na Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi).

O delegado Wellington Santiago informou que a fraude consistia na inserção de empresas de fachada na relação de pagamentos da Sesapi, feita por um servidor do órgão que trabalhava no setor estratégico da pasta (Gerência Orçamentária, Financeira e Contábil). No golpe, em operação desde 2009, de acordo com dados fornecidos pela própria Sesapi, foram desviados R$ 10.956.474,09 em recursos federais.

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