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04/12/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quatro dos cinco suspeitos de fraude em Cachoeira são ouvidos pela PF

Por: Renato Ferezim

Apenas o dono do posto de combustíveis não compareceu ao depoimento. Demais suspeitos foram ouvidos por 4h e negam envolvimento na fraude.

Quatro dos cinco suspeitos de envolvimento em um suposto esquema de desvio de verbas públicas da Prefeitura de Cachoeira Paulista foram ouvidos na tarde desta terça-feira (4) pela Polícia Federal em Cruzeiro. Um inquérito foi instaurado e deve ser concluído em até 60 dias.

Os investigados, o secretário de agricultura do município, um assessor e o chefe de gabinete do prefeito Fabiano Vieira (PSDB), além de um vereador, foram ouvidos por quatro horas, a partir das 15h, na sede da Polícia Federal. Apenas o dono do posto de combustíveis não compareceu.

De acordo com o delegado da Polícia Federal, Fagner Gomes da Silva, todos os ouvidos negaram fazer parte da fraude e negaram qualquer tipo de irregularidade nas contas públicas. Na saída da PF, os envolvidos e seus representantes não quiseram falar com a reportagem do G1. O advogado da prefeitura também preferiu não se pronunciar.

Além dos suspeitos, três funcionários da Secretaria da Educação e dois do posto de gasolina também foram ouvidos na delegacia como testemunhas do caso.

Entenda o caso

A Operação Pit Stop da Polícia Federal, realizada na manhã desta terça-feira (4) em Cachoeira Paulista, cumpriu 11 mandados de busca e apreensão para apurar um esquema de fraude – segundo a polícia, a prefeitura da cidade pagou, nos últimos três anos, mais de R$ 10 milhões a um posto de combustíveis para manter em circulação uma frota oficial de 30 veículos.

A PF apurou que os carros da prefeitura eram abastecidos em uma bomba diferente do posto alvo da investigação. Na bomba ‘oficial’, o litro da gasolina era comercializado por R$ 3,009 – valor mais caro que o praticado nas demais bombas, de R$ 2,60.

Com o valor gasto pela prefeitura com combustível, cada um dos 30 veículos oficiais teria percorrido cerca 1.200 quilômetros diários, distância equivalente entre a capital paulista e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Prisão

O Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão temporária dos cinco supostamente envolvidos para impossibilitar eventual destruição ou ocultação de provas e também para evitar possível fuga, mas o pedido foi negado pela Justiça Federal.

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