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05/12/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Idoso que não sabe escrever é preso por falsificação de documento, em GO

Aposentado foi preso em Cumari, norte de GO, mas crime teria sido no MT. Segundo ele, número do CPF foi colocado errado no mandado de prisão.

Um idoso de 69 anos foi preso suspeito de um crime, que segundo ele, não cometeu. A prisão aconteceu na terça-feira (4), na cidade de Cumari, sudeste de Goiás. O aposentado Messias Graciano da Silva, que não sabe escrever, está sendo acusado de falsificação de documentos. A fraude teria acontecido em Cuiabá, no Mato Grosso, mas o idoso garante que nunca esteve na cidade. “Nem meu estado eu conheço direito. No Mato Grosso eu nunca pensei em ir lá”, diz o aposentado.

O aposentado explica que há alguns anos recebeu uma intimação para prestar esclarecimentos à Justiça sobre este crime, mas acabou não atendendo ao chamado porque pensou que o engano seria resolvido.

Mas na semana passada, um juiz de Mato Grosso expediu um mandado de prisão contra o aposentado. No documento o número do CPF do verdadeiro suspeito não é o mesmo do aposentado. Mesmo assim, a ordem judicial foi cumprida e mesmo alegando inocência, ele foi levado para a cadeia.

Para evitar casos como o de Messias Graciano, foi sancionada no Brasil, há três anos, a lei dos homônimos, para impedir que pessoas de mesmo nome sejam confundidas. Com base nessa lei, a família vai recorrer na Justiça e espera que o verdadeiro culpado pelo crime seja preso.

De acordo com a lei federal, desde 2009 todas as certidões criminais emitidas no país devem conter além do nome do réu, os nomes dos pais, nacionalidade, estado civil, o número da identidade e CPF e o endereço. O objetivo é eliminar estes erros da justiça a partir da comparação dos dados.

“Eu estou impetrando o pedido de liberdade provisória e vou a Brasília entrar com o habeas corpus”, explica o advogado de Messias, Jales Abrão.

Os parentes e amigos estão revoltados e afirmam que a prisão dele é uma injustiça. “Eu sinto muito triste com isso, muito abalada porque estão prendendo uma pessoa inocente. Toda vida nós fomos desse município, agora vem uma ordem de lá para prender ele”, lamenta a esposa Valdete Gomes. O aposentado foi liberado no mesmo dia.

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