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06/12/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação Clone, deflagrada no RN e SP, apreende 100 mil cartões falsos

Por: Rafael Barbosa e Fred Carvalho

Polícia revelou detalhes da ação, realizada na madrugada desta quinta (5). Dos 28 mandados de prisão expedidos, 20 foram cumpridos.

Policiais que participaram da operação Clone, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte na manhã desta quinta-feira (6), e que resultou na prisão de 20 pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de falsificação de cartões de crédito, apreenderam na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, 100 mil cartões clonados. De acordo com informações do delegado geral da Polícia Civil potiguar, Fábio Rogério, todo o maquinário necessário para a duplicação dos cartões era adquirido em São Paulo, mas a confecção dos cartões era feita em Natal. Depois, segundo ele, golpes eram aplicados no comércio do RN, Alagoas, Paraíba e Pernambuco. As investigações estimam que a quadrilha tenha faturado aproximadamente R$ 3 milhões.

Em Ribeirão Preto, ainda de acordo com o delegado, foram presos Samir Gomes Elias e Paulo Henrique Amaral, suspeitos de fomentar o esquema, que aplicava golpes no comércio do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Fábio Rogério disse ao G1 que as investigações indicam que, por meio dos fornecedores paulistas, os estelionatários conseguiam um vírus que possibilitava a cópia dos dados contidos nas tarjas magnéticas dos cartões. “Três funcionárias de um hipermercado repassavam os dados dos cartões dos clientes para os membros da quadrilha”, acrescentou Fábio Rogério.

De acordo com o delegado de Falsificações e Defraudações, Júlio Costa, que comandou a operação, o vírus era passado pelas funcionárias do hipermercado através de um pendrive. “O vírus era colocado nos computadores dos caixas e fazia o trabalho sozinho”, explicou o delegado, revelando que “ao utilizar o cartão na máquina leitora, os dados eram automaticamente copiados e enviados aos e-mails dos criminosos, que faziam as falsificações”.

A polícia apurou que Paulo Henrique era o programador responsável por desenvolver parte do vírus utilizado pela quadrilha. Já Samir, seria o responsável pala distribuição do arquivo. “Cada vírus custa entre R$ 15 e R$ 20”, detalhou o delegado Júlio Costa.

A organização criminosa, ainda segundo a polícia, era dividida em quatro núcleos que agiam de forma independente. “Eles se comunicavam somente para trocar informações sobre máquinas e vírus utilizados nas clonagens, ou quando algum integrante do bando era preso”, disse o delegado de Defraudações.

Todo o material apreendido em São Paulo será enviado pela polícia paulista ao Rio Grande do Norte para que faça parte do inquérito contra os investigados. Ao serem indiciados, membros da quadrilha poderão responderão por estelionato, falsificação de documento, descaminho de mercadoria e formação de quadrilha.

As investigações prosseguem e a Polícia Civil acredita que ainda há mais gente envolvida no esquema de falsificação de cartões de crédito. Oito mandados de prisão ainda estão em aberto e os suspeitos são considerados foragidos.

Operação Clone

Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta quinta-feira (6), uma operação para prender falsificadores de cartões de crédito que atuam no estado e ainda em Alagoas, Pernambuco e Paraíba. A ação, batizada de Clone, objetivou o cumprimento de 28 mandados de prisão temporária (20 foram cumpridos) e outros 32 de busca e apreensão.

Segundo o delegado de Falsificações e Defraudações, Júlio Costa, a quadrilha aplicou golpes de cerca de R$ 3 milhões. "Eles compravam equipamentos para clonar cartões de crédito em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e falsificavam cartões aqui em Natal. Depois, aplicavam golpes no Rio Grande do Norte, em Alagoas, em Pernambuco e na Paraíba", contou o delegado.

Para clonar as tarjas magnéticas dos cartões de crédito, a quadrilha contava com o apoio de pelo menos três funcionárias de uma rede de supermercados com atuação em todo o Nordeste. Elas eram pagas por cada cartão clonado. Por cada dado de cartão clonado, cada uma delas recebia entre R$ 50 e R$ 100.

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