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06/12/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação Clone apreende máquinas de falsificar cartões na Grande Natal

Ação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (6) em Natal e São Paulo. Em Parnamirim, carro e máquinas foram apreendidos. Suspeito fugiu.

A operação Clone, deflagrada na manhã desta quinta-feira (6) em Natal, região metropolitana e na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, visando desarticular uma quadrilha especializada em falsificar cartões de crédito para golpes no mercado potiguar e nos estados de Alagoas, Paraíba e Pernambuco, também cumpriu mandado de busca em Parnamirim, na Grande Natal.

Em Pium, distrito de Parnamirim, os policiais não conseguiram prender um dos suspeitos apontados como membro da quadrilha, mas apreenderam duas máquinas de confeccionar cartões. O proprietário do imóvel, identificado como Ricardo de Oliveira, mineiro de Belo Horizonte, pulou o muro e fugiu assim que a polícia chegou à residência.

A casa, segundo o delegado Wellington Guedes, foi alvo de um dos 32 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Já o mineiro, faz parte da lista que incluiu outros 27 mandados de prisão temporária.

“É um casarão todo climatizado com vários artigos de luxo”, disse o delegado, impressionado com o que viu no interior da residência. O imóvel de número 13, localizado na rua da Fortuna, estrada que liga Pium ao Centro de Parnamirim, tem uma ampla área de lazer, com piscina e churrasqueira. Lá, os agentes também apreenderam um Hyundai i30 e vários documentos pertencentes a Ricardo.

“Também viemos para cumprir o mandado de prisão. Mas, infelizmente, o suspeito fugiu. A casa possui circuito interno de câmeras, o que pode ter ajudado ele a perceber a nossa chegada”, contou Wellington Guedes.

Ponta Negra

A Polícia Civil também esteve em um imóvel na rua Praia de Genipabu, no conjunto Ponta Negra, zona Sul de Natal. Lá, os policiais encontraram duas salas alugadas por Ricardo de Oliveira, onde ele vendia produtos importados.

Camisetas, perfumes, produtos de estética, tênis, óculos e bolsas, além de equipamentos de segurança eletrônica eram comercializados pelo suspeito. De acordo com o delegado Alexandro Gomes, as investigações indicam que ele tenha adquirido o material com os cartões clonados.

"Ele dizia que comprava o material em viagens ao exterior e revendia aqui todos esses produtos, mas vamos apurar com que dinheiro ele fazia isso", disse o delegado. A Receita Federal foi acionada para verificar as notas das mercadorias.

Outros mandados

O G1 também acompanhou o trabalho da Polícia Civil para prender outros suspeitos da operação Clone. Em Ponta Negra, na zona Sul de Natal, o alvo foi o paulista Dellio Souza Ferreira, natural de Santos. Para a polícia, ele é um dos estelionatários da quadrilha. A reportagem tentou falar com ele, mas o suspeito se recusou.

Na praia da Redinha, o mandado cumprido pela polícia foi contra Jéssica Rodrigues Ribeiro. De acordo com a investigação, a jovem trabalha como caixa em um hipermercado e seria ela a responsável por passar dados dos clientes para que os cartões pudessem ser clonados. Ela também não quis falar.

Operação Clone

Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta quinta-feira (6), uma operação para prender falsificadores de cartões de crédito que atuam no estado e ainda em Alagoas, Pernambuco e Paraíba. A ação, batizada de Clone, visa cumprir 28 mandados de prisão temporária e outros 32 de busca e apreensão.

Segundo o delegado de Falsificações e Defraudações, Júlio Costa, a quadrilha aplicou golpes de cerca de R$ 3 milhões. "Eles compravam equipamentos para clonar cartões de crédito em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e falsificavam cartões aqui em Natal. Depois, aplicavam golpes no Rio Grande do Norte, em Alagoas, em Pernambuco e na Paraíba", contou o delegado.

Para clonar as tarjas magnéticas dos cartões de crédito, a quadrilha contava com o apoio de pelo menos três funcionárias de uma rede de supermercados com atuação em todo o Nordeste. Elas eram pagas por cada cartão clonado. Por cada dado de cartão clonado, cada uma delas recebia entre R$ 50 e R$ 100.

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