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06/12/2012 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

É preciso cuidado para não receber nota falsa

Por: Silvério Morais

Banco Central diz que mais de 400 mil cédulas de mentira foram apreendidas no país só neste ano

Receber uma nota de R$ 50 ou de R$ 100 enche os olhos de qualquer pessoa, mas é preciso ter cuidado nessa hora para não ficar no prejuízo. São Paulo concentra mais de 30% das cédulas falsificadas de real. Das 424.599 tiradas de circulação de janeiro a novembro, 131.052 estavam no estado, segundo o Banco Central, somando R$ 9,5 milhões. As compras de Natal, com lojas lotadas, devem aumentar esse índice.

Para confundir ainda mais, há duas famílias do real em circulação – a primeira está sendo gradualmente substituída. Segundo João Sidney Figueiredo Filho, chefe do departamento de Meio Circulante do Banco Central, as novas notas são mais seguras. O número das cédulas de R$ 10 e R$ 20 muda de cor, no canto superior direito, ao movimentá-las. As de R$ 50 e R$ 100 podem ser facilmente identificadas pela marca d’água (veja mais dicas abaixo).

“É importante conhecer as notas. Pela qualidade das notas falsificadas que chegam ao Banco Central, dá para ver que as pessoas nem olham”, observa João Sidney, afirmando que o relevo da tinta e a textura do papel são bem diferentes.

precaução / Na Rua 25 de Março, os comerciantes estão atentos. Na loja Armarinhos Fernando, há uma máquina no caixa central que detecta cédulas falsas. O aparelho tem tecnologia de identificação através de luz ultravioleta, que só acende quando a nota é verdadeira. Segundo a gerência, o aparelho é usado sempre que a o caixa desconfia da cédula. Mesmo assim, passam, em média, 50 falsificadas por mês devido ao grande movimento.

Na Cindy Bijoux, a poucos metros, não há nenhum detector, mas os funcionários estão atentos. Conforme o gerente, Newman Choi, sete notas falsas chegaram à loja neste mês, mas foram barradas. Teve até uma de R$ 20, muito malfeita, com o número pintado com purpurina, segundo Choi. “Chegam umas notas muito parecidas. Mesmo assim, a gente não deixa passar. Dá para perceber a diferença no toque e na marca d’água”, afirma o gerente.


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