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05/12/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha usava nomes de mortos para validar fraudes contra o INSS

Suspeitos enganaram servidores da Previdência Social e da Justiça. Golpe soma R$ 4,7 milhões, mas poderia chegar aos R$ 22 milhões.

A Operação El Cid II identificou que os nove suspeitos presos na manhã desta quarta-feira (5) nas cidades de Itatiba (SP) e Bragança Paulista (SP) usavam documentos de pessoas mortas para ativar benefícios ilegais, principalmente de pensão por morte. A força-tarefa que desmantelou a quadrilha é formada pela Polícia Federal de Campinas, Ministério Público Federal e Ministério da Previdência Social.

A fraude causou prejuízos ao INSS no valor de R$ 4,7 milhões, mas se a quadrilha não fosse descoberta o montante poderia alcançar a cifra de R$ 22,8 milhões.

A ousadia da quadrilha era tanta que os documentos falsos apresentados enganaram servidores da Previdência Social e da Justiça, já que os fraudadores impetravam ações judiciais para reaver benefícios fraudados que eram suspensos pelo órgão federal após investigações. “Eles tinham a segurança de que não seriam pegos”, disse o investigador da Polícia Federal Criton Melo.

Fraude em dobro

Segundo o gerente executivo do INSS, Eudis Urbano dos Santos, 44 pessoas recebiam recursos ilegais, sendo que cada um tinha dois benefícios. Todos eles serão analisados e os vencimentos podem ser reduzidos ou cancelados. Nem todos os beneficiários sabiam da fraude. Dos nove detidos, dois são advogados e os demais são contadores, empresários e pessoas que tiveram seus nomes usados no esquema, os chamados “laranjas”.

Nas residências e escritórios destes suspeitos foram apreendidos dispositivos de armazenamento de dados de computadores, carteiras de trabalho, carimbos de 17 empresas e duas armas de fogo. O armamento foi levado porque o suspeito não tinha o porte delas. Os nomes dos presos não foram divulgados pela força-tarefa, já que eles ainda estão sendo investigados.

A delegada Priscila Campelo Macorin disse que todo material apreendido está sendo analisado para saber se a Operação El Cid II será finalizada ou novas diligências serão feitas. Os suspeitos vão responder por estelionato qualificado, fraude processual, formação de quadrilha ou bando, falsidadade ideológica e uso de documentos falsos.

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