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19/04/2006 - Jornal A Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Delegado diz que caíram em 80% golpes pedindo resgate

Por: Jucimara de Pauda


O delegado Carlos Alberto Rocha Silva, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), afirma que caíram em 80% os telefonemas em Ribeirão Preto pedindo resgate e cartão telefônico para libertar pessoas seqüestradas. “Geralmente estes telefonemas são oriundos de penitenciárias”, afirma o delegado. O preso liga para um telefone encontrado na lista telefônica e ao conversar com a vítima tira aos poucos todos os detalhes dos membros da família.
“O presidiário é muito esperto. Aos poucos ele induz a vítima a dizer se tem filho ou marido e vai conversando com ela e dizendo que a pessoa está seqüestrada, que ela precisa de dinheiro ou de cartão telefônico, a pessoa desesperada acaba contando tudo e muitas vezes cai no golpe”, salienta.
O último caso deste tipo aconteceu este mês. Um homem ligou a cobrar na casa de uma senhora que mora na área central e disse que havia seqüestrado o genro dela que faz faculdade em Jaboticabal e pediu R$ 10 mil de resgate. A mulher disse que não sabia onde o marido da filha estudava e que não possuía esta quantia. Depois de ameaçá-la o homem disse que ligaria mais tarde. Vinte minutos depois ligou e alegou que havia pegado o estudante errado.
“Eles ludibriam a vítima que ainda paga as ligações. Por isto a pessoa deve evitar atender telefonemas a cobrar de quem não conhece. Também não deve dar informações sobre a família em hipótese alguma”, avisa o delegado.
Casos mais comuns - A DIG registrou do dia 14 de fevereiro até ontem, cerca de 90 boletins de ocorrência de pessoas que foram vítimas de tentativas de extorsão ou estelionato por telefone.
Nos últimos quinze dias os crimes mais comuns são os que tentam utilizar a linha telefônica da vítima indevidamente.
O estelionatário finge que é da empresa de telefonia, telefona para vítima e diz que o telefone está com defeito. Ele pede para a pessoa digitar um número. Este simples ato clona o telefone.
“Os estelionatários fazem isso para não pagar telefone. A vítima ingênua muitas vezes cai. Hoje em dia todo cuidado é pouco”, afirma Silva. Segundo ele é muito difícil descobrir quem aplica estes golpes. “Os golpes são feitos da penitenciária e de outros estados. Quando alguém deposita dinheiro na conta eles têm cartão que saca o dinheiro de vários lugares do país. É uma quadrilha organizada e difícil de ser pega”, conclui.

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