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29/11/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude em compra de remédios no RS causa prejuízo de até R$ 500 mil

Segundo polícia, estagiário da Defensoria Pública fraudava documentos. Estudante de Direito trabalhava na assistência judiciária de Arroio do Meio.

Um esquema de fraude na Defensoria Pública de Arroio do Meio, na Região do Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, pode ter causado um prejuízo de R$ 500 mil aos cofres públicos. De acordo com a investigação da Polícia Civil, um estagiário do serviço de assistência judiciária da cidade estava fraudando orçamentos de farmácias, favorecendo um farmacêutico de Lajeado, cidade próxima, e superfaturando o preço de remédios em ações movidas contra o estado. Os prejuízos ainda estão sendo contabilizados, mas o valor desviado poderia passar dos R$ 500 mil.

Para tentar o benefício na Justiça, os doentes precisavam levar atestado médico constatando a enfermidade grave, receituário do medicamento dizendo por quanto tempo ele seria usado e também três orçamentos de farmácias distintas comparando os preços das medicações. Segundo a polícia, o jovem, de 22 anos, criava novos orçamentos e acabava favorecendo a farmácia do seu conhecido.

"Ele fazia o atendimento na Defensoria Pública auxiliando doentes que necessitam fazer ação contra o estado para conseguir remédios de alto custo. Os pacientes levavam a documentação, ele fazia a ação, a defensora assinava para entrar com a ação. Porém, ele tinha amizade com o dono de farmácia e colocava outros três orçamentos, sempre favorecendo a farmácia de Lajeado", explicou ao G1 o delegado João Alberto Selig.

Ainda segundo a investigação, o dono da farmácia tinha carimbos de outras farmácias, o que permitia que ele fizesse três orçamentos distintos. Um para o próprio estabelecimento e outros dois levantamentos de preços de outras farmácias.

"O beneficiado sempre era a farmácia do amigo. Preços superelevados. Medicação de R$ 4 mil foi pra R$ 9 mil. Os dois se uniram e o estado foi prejudicado. Agiam desde o início do ano", diz Selig.

A polícia recolheu computadores, carimbos na casa do estagiário e do dono da rede de farmácias. Os nomes não foram divulgados. O estagiário foi demitido.

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