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30/11/2012 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Gaeco reafirma indícios de fraude


O Gaeco ressaltou ontem que a investigação mostra com bastante clareza que tudo o que aconteceu em relação ao Saae e à Allsan foi propiciado por uma fraude. "O fato é que a atual diretoria do Saae ignorou a recomendação para interromper aquele contrato", enfatizou um dos promotores do Gaeco que atua no caso, Welington dos Santos Veloso. Segundo ele, na cidade de São Paulo, a Sabesp, que também é investigada por conta de suposta participação no esquema de fraudes com empresas que fazem a leitura de consumo, ingressou na Justiça para obrigar a Allsan a continuar prestando os serviços, mas para receber a metade do valor do contrato em vigor. "A Sabesp se conscientizou da gravidade da situação e quer depositar a outra metade em juízo", disse Veloso.

Ontem, apresentou-se para os promotores do Gaeco e delegados do Grupo Antissequestro o empresário João Artur Rassi, do Estado de Goiás, cujo irmão é suspeito de ter mantido negócios com o contraventor Carlos Cachoeira. Ele foi considerado foragido até o início da semana, quando conseguiu revogar a prisão temporária na 3ª Vara Criminal de Sorocaba. Apresentou-se, mas permaneceu em silêncio. Foi indiciado e liberado, já que não mais possuía o mandado de prisão temporária.

Para hoje e para a próxima segunda-feira a previsão é que os trabalho fiquem concentrados na análises de documentos. Na terça-feira, as equipes de investigação em Sorocaba devem receber os representantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão vai atuar junto com o Gaeco a fim de investigar a suspeita de ter havido formação de cartel ou outras condutas nocivas à livre concorrência nas licitações do Saae de Sorocaba e outras cidades de seis Estados Brasileiros onde se investiga a existência do esquema fraudulento. Na quinta-feira da semana que vem as equipes de investigação vão até São Paulo ouvir testemunhas que trabalham empresas investigadas de participar do suposto esquema.

A Operação Águas Claras investiga as supostas formação de cartel e fraudes em procedimentos licitatórios para a contratação de empresas que executam a medição do consumo de água. Ela foi deflagrada no último dia 12 e é resultado de mais de um ano de investigações para apurar as supostas irregularidades. (L.N.)

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