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21/11/2012 - Convergência Digital Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cartões eletrônicos: Brasil cresce e aparece no ranking de fraudes


Uma pesquisa realizada em 17 países, entre eles o Brasil, pela ACI Worldwide, constata que o país ocupa a 7ª posição no ranking de fraudes em meios eletrônicos, com 33%. México e Estados Unidos lideram o ranking, com 44% e 42%, respectivamente, de entrevistados que disseram ter sofrido algum tipo de fraude. Suécia e Holanda estão entre as regiões com os menores índices, com 12% cada.

Considerando apenas as taxas de fraudes em cartões de crédito, o Brasil aparece em 5ª posição (30% dos entrevistados disseram ter passado por essa experiência) e as de débito, em 6ª. Já em cartões pré-pagos, canal em que as fraudes ainda são pouco representativas, o País já ocupa a 5ª posição, com 7% dos pesquisados relatando que sofreram fraudes nesse canal.

O levantamento mostra ainda que, no Brasil, as taxas de penetração de cartões são altas – todos os entrevistados possuem pelo menos um tipo do instrumento (crédito, débito, pré-pago) e um terço diz ter experimentado alguma forma de fraude nos últimos cinco anos. De acordo com Hugo Costa, country manager da ACI Worldwide no Brasil, os cuidados devem ocorrer tanto por parte do cliente, quanto dos fornecedores de cartões e instituições financeiras.

“Apesar de sermos um país em potencial para o uso de smartphones para pagamentos móveis, Internet Banking, compras no comércio eletrônico e outros serviços, temos que ter em mente que a maioria da população brasileira foi recentemente bancarizada e até pouco tempo ainda tinha o dinheiro e o cheque como primeiras opções para realizar suas transações. Por isso, ainda é tão comum as pessoas estarem menos atentas e serem vítimas de fraudes comuns com cartões”, afirma.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), somente no ano passado os bancos tiveram prejuízos de R$ 1,5 bilhão com fraudes eletrônicas – 60% a mais se comparado com o ano de 2010.“O maior risco do mercado brasileiro hoje está associado com o que chamamos de cartão não presente, ou seja, transações feitas via Internet Banking ou comércio eletrônico, ou uma transação que você inicia, por exemplo, por telefone e que não necessita o uso do cartão físico, propriamente dito”, complementa Costa.

O estudo apura um dado relevante: muitos consumidores continuam a apresentar comportamentos arriscados que podem colocá-los em situações de fraudes financeiras, incluindo 35% que enviam documentos com informações importantes para suas lixeiras de e-mails e 17% que utilizam computadores públicos ou sem software de segurança para acessar o Internet banking e lojas on-line.

Já a fraude móvel é considerada incipiente. Isso porque menos de 10% dos entrevistados dos países analisados se preocupam com a fraude neste canal de pagamento; na Austrália, Alemanha e nos Países Baixos, a cada 8% dos entrevistados expressam essa preocupação.

O levantamento da ACI Worldwide foi realizado online, entre os meses de julho e agosto de 2012, com 5.223 consumidores, em 17 países, nas seguintes regiões: Américas (América do Norte e América do Sul): Brasil, Canadá, México e Estados Unidos; EMEA (Europa, Oriente Médio e África): França, Alemanha, Itália e Países Baixos, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido; e Ásia-Pacífico: Austrália, China, Índia, Indonésia e Singapura. O Brasil foi o único país da América do Sul que fez parte do estudo.

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