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19/11/2012 - Yahoo Notícias / Agência O Globo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Poeta chinês é condenado a 12 anos de prisão por fraude contratual


PEQUIM - Um poeta dissidente chinês cuja detenção provocou um apelo internacional por sua libertação foi condenado a 12 anos de prisão por fraude contratual, nesta segunda-feira, segundo seu advogado. Li Bifeng - que já passou cinco anos preso por envolvimento no movimento por democracia na Praça da Paz Celestial - foi sentenciado pela corte de Shehong, na província de Sichuan, de acordo com o advogado Zhao Jianwei. A defesa alega que a acusação é infundada e deve recorrer da decisão:

- Nós acreditamos que o veredicto não foi baseado em fatos, e que os promotores e a corte violaram regulamentos e leis processuais.

Um funcionário da corte, que preferiu não se identificar, confirmou que a audiência de Bifeng aconteceu, mas não divulgou outros detalhes.

Liao Yiwu, um dissidente exilado e amigo de Bifeng, disse que o poeta de 48 anos se tornou alvo do governo da China porque era suspeito de financiar a sua fuga do país no ano passado. Yiwu afirmou que as suspeitas são falsas.

Ainda este ano, após o poeta ser detido, Yiwu lançou um apelo internacional na Alemanha pedindo sua libertação. Entre os que apoiaram o pedido estavam Herta Muller, vencedora do Nobel de Literatura, e Ha Jin, vencedor do Prêmio Nacional de Literatura dos Estados Unidos.

Zhan Xia, mulher de Bifeng, disse nesta segunda-feira que a acusação estava relacionada a um acordo de venda que Bifeng assinou com uma empresa de álcool. O contrato era para ajudar na venda de apartamentos ao sul da ilha de Haian.

- Depois que os apartamentos foram vendidos, a companhia o processou por fraude contratual, o que é infundado - disse Zhan. - Ele é muito amigo de Liao Yiwu, mas não me disse se ajudou Liao a fugir. O julgamento dele pode estar relacionado a uma suposta ajuda a Liao, porque a acusação contra ele não pode ser provada.

Zhan disse que viu o marido apenas uma vez após ser preso em setembro de 2011. Foi durante o julgamento, em julho deste ano.

- Ele não estava mentalmente equilibrado e sofria de pressão alta - relatou Zhan.

A promotoria da corte de Shehong disse que não sabia nada sobre o caso. As ligações feitas pela agência de notícias AP à Secretaria de Segurança Pública de Shehong não foram atendidas.

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