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21/11/2012 - Agência Financeira Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude: 7 anos para corretor que custou 2,3 mil milhões ao UBS

Kweku Adoboli alegou que os seus superiores sabiam das suas atividades e que o encorajavam a correr riscos.

Um corretor, autor de uma fraude que custou 2,3 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) ao banco suíço UBS, foi condenado esta terça-feira a sete anos de prisão por um tribunal em Londres, avança a Lusa.

Kweku Adoboli, de origem ganesa, foi considerado culpado de duas acusações de fraude, mas ilibado de quatro acusações de contabilidade fraudulenta.

«Há uma forte veia de jogador em si», disse o juiz Brian Keith, do tribunal criminal de Southwark, no sul da capital britânica, considerando Adoboli «arrogante por pensar que as regras dos banco para os corretores não se aplicavam» a ele.

O corretor, que admitiu os prejuízos, mas negou a intenção de defraudar o banco, alegou durante o julgamento que os superiores sabiam das atividades e que o encorajavam a correr riscos para obter mais lucros para o UBS.

Adoboli não só não conseguiu manter os ganhos que tinha conseguido no passado como, segundo a acusação, excedeu os limites, falsificou documentação e não acautelou os investimentos para tentar manter os prémios de atividade.

Foi o próprio que admitiu em setembro de 2011 aos serviços de contabilidade internos os elevados prejuízos, pedindo desculpa por ter posto o banco e colegas em risco.

O caso foi comparado ao de Jerome Kerviel, corretor francês que fez a Société Générale perder 4,9 mil milhões de euros em 2008, e ao britânico Nick Leeson, que causou a falência do Barings Bank em 1995.

O inspetor Perry Stokes, que investigou Kweku Adoboli, qualificou esta «a maior fraude no Reino Unido cometida por um dos mais sofisticados vigaristas que a polícia da City [bairro financeiro] de Londres já encontrou».

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