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14/11/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Diretor de companhia do Ceará é afastado após denúncia de fraude

Companhia de Água e Esgoto é investiga na operação 'Águas Claras'. Cagece vai abrir auditoria para apurar supostas fraudes.

O diretor comercial da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) foi afastado do cargo nesta quarta-feira (14), após notícias de indícios de suposta fraude em contrato entre empresas e companhias responsáveis pelo abastecimento de água no país. A operação foi deflagrada em Brasília e mais três estados, incluindo o Ceará, e resultou na prisão de 18 pessoas na segunda-feira (12).

No Ceará, segundo a Polícia Federal, há indícios de fraude em contrato entre a Cagece e uma empresa no valor de R$ 8,9 milhões. Parte deste valor pode ter sido desviado. Antônio Alves Filho, diretor comercial responsável pelos contratos, foi afastado do cargo, mas não há provas que o liguem ao esquema de fraude, segundo a polícia.

Em nota, Alves Filho diz o contrato e a prorrogação do contrato de prestação de serviço entre Cagece e a empresa citada no esquema se deu por "critérios técnicos e gerenciais, obedecendo aos trâmites legais, devidamente analisados pela Procuradoria Jurídica com os mesmos procedimentos que sempre foram adotados".

A Cagece informou por meio de nota que iniciou nesta quarta-feira a abertura de auditoria interna para apurar a suposta fraude. A companhia informa também que enviará ofício para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que seja realizada uma auditoria no contrato. “Além disso, iremos procurar o Ministério Público de São Paulo para prestar informações sobre o contrato e nos colocar à disposição para demais esclarecimentos”, diz a nota.

A Cagece diz ainda que o contrato com a empresa apontada no esquema de fraude foi feito por meio de "concorrência do tipo menor preço", através da Procuradoria Geral do Estado, visando economia nos custos do serviço.

A Polícia Federal também informou que o deputado federal José Guimarães (PT-CE) é citado em gravações grampeadas de suspeitos de participação no esquema ilícito. Segundo a polícia, o deputado é chamado nas gravações de “capitão cueca”, uma referência à prisão do assessor de Guimarães flagrado em 2005 com cédulas de dólar na cueca.

Em nota, o deputado disse ter ficado “surpreso” com as notícias das citações de seu nome nas gravações. “Considero inaceitável que se envolva meu nome desta forma, em mais uma tentativa de interditar, por vias de ilações e especulações, minha trajetória política”, diz a nota.

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