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15/11/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presos suspeitos de falsificar documentos para explorar florestas

Ex-funcionário da Sema é suspeito de facilitar esquema. Empresa envolvida na fraude movimentou cerca de R$ 30 milhões ao ano.

A Polícia Civil prendeu suspeitos de integrar uma quadrilha que falsificava documentos para garantir a exploração ilegal de madeira no Pará. Segundo a polícia, um funcionário da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) facilitava o esquema.

As prisões ocorreram nas cidades de Belém, Breves e Paragominas. A fraude incluía a venda ilegal de créditos florestais, que é a quantidade de madeira em metros cúbicos, autorizada para a exploração florestal.

De acordo com a polícia, o esquema funcionava da seguinte forma: primeiro a quadrilha falsificava documentos que davam acesso a créditos florestais de uma empresa legalizada; depois esses créditos eram vendidos ilegalmente para outras empresas.

As investigações apontaram um ex-funcionário da Sema como facilitador do esquema. O homem trabalhava no protocolo do órgão. “Ele, na qualidade de protocolista, recebeu um documento, preencheu um requerimento, fez esse documento subir pro Gesflora e do Gesflora acabou sendo regerada uma chave, que deu acesso a um sistema, que veio a motivar a subtração, ou seja, o roubo desses créditos", explica Rogério Moraes, delegado titular da ordem administrativa.

As prisões do ex-funcionário e de outros envolvidos vinham sendo feitas há uma semana. A polícia investiga o caso desde o ano passado e suspeita que os créditos florestais vinham sendo usados para comercializar madeira de forma ilegal.

A denúncia partiu de um empresário do município de Pacajá, que teve os créditos roubados pela quadrilha. A polícia rastreou os créditos desse empresário e descobriu que o benefício tinha sido vendido para duas empresas: uma madeireira de Tomé-Açu e uma carvoaria de Moju.

“Sabemos que essas empresas que receberam esses créditos são empresas de fachada. E o que mais surpreendeu a gente é que uma dessas empresas movimentou durante esse ano cerca de R$ 30 milhões", afirma ainda o delegado.

O secretario estadual de meio ambiente, José Alberto Colares, informou que a Sema já tinha detectado a irregularidade no final do ano passado. Ele disse ainda que a secretaria está tomando providencias para combater as fraudes. “Nosso posicionamento aqui é manter estrategicamente um serviço de prontidão, de inteligência e, para fortalecer a proteção desse sistema, inclusive dos atos aqui, no processo de licenciamento", disse o secretário.

Um empresário de Paragominas também foi preso suspeito de fazer parte da quadrilha. Segundo a polícia, os acusados devem responder pelos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsificação de documento e receptação.

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