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08/11/2012 - Região Noroeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

FEF rompe contrato com Instituto Matisse após suspeita de estelionato


A Fundação Educacional de Fernandópolis rompeu esta semana o contrato recém-firmado com o Instituto Matisse, de Belo Horizonte, depois que não ter conseguido garantias suficientes para manter o acordo ao longo prazo de 20 anos.

Uma reunião convocada às pressas, colocou um ponto final no acordo. Membros da sociedade representada pelos clubes de serviços, maçonaria, órgão públicos e sindicato deram um xeque-mate no diretor presidente do instituto Matisse, Leonato Pujatti.

O grupo não com seguiu suporte e garantias financeiras para concluir um plano de reestruturação, descumprindo um acordo inicial para pagamentos das dívidas no valor de R$ 2 milhões, parcelados em quatro pagamentos.

A reunião acabou sendo tensa, tendo a participação do promotor de Justiça Denis Henrique Silva, que faz parte do conselho curador, além de três policiais convocados caso houvesse a necessidade de voz de prisão. Os representantes do Grupo Matisse no início ofereceram resistência, mas acabaram concordando com os termos do distrato e repassando a FEF uma propriedade rural avaliada em aproximadamente R$ 1,5 milhões.

Segundo informações extraoficiais, a direção da FEF também temia um possível golpe no recebimento das mensalidades dos alunos. No contrato, os boletos seriam gerados pelo grupo e o dinheiro entraria em uma conta que não era da Fundação.

A diretoria da FEF também descobriu fraudes envolvendo o no Matisse com a venda ilegal de diplomas e certificados de conclusão de cursos oferecidos pelas faculdades gerenciadas pelo grupo. O presente da Matisse também está entre os 100 maiores devedores do país, em se tratando de pessoa Jurídica.

Uma denúncia, feita pelo Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF (Sinproep), apontou que mais de 600 certificados podem ter sido entregues a alunos que nunca pisaram na instituição. Um dos donos da Faculdade da Terra de Brasília é o mesmo do Instituto Matisse de Belo Horizonte que formalizou acordão de gestão administrativa com a Fundação Educacional de Fernandópolis.

Há quase um mês, a direção da entidade, presidida por Paulo Nascimento, anunciava uma parceria que visava à reestruturação da Fundação Educacional com a participação do grupo Matisse, nunca visto nos sistemas de busca na internet.

A FEF deve emitir nota oficial sobre o caso ainda esta semana.

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