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31/10/2012 - SEGS / Rev. Cobertura Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Prevenir é a melhor solução


A fraude no mercado de seguros é um problema mundial e, especificamente no Brasil, a falta de uma legislação para combatê-la, bem como facilidades e impunidades são as grandes motivadoras para que elas ocorram.

De acordo com Marcelo Porto de Nobrega, responsável pela área de Regulação de Sinistros Massificados da Bradesco Vida e Previdência, as fraudes mais frequentes acontecem nos seguros de automóvel, transporte, saúde, acidentes pessoais, vida e responsabilidade civil.

“Apesar de o Código Penal prever reclusão de 1 a 5 anos para crimes de fraude, o que vemos é somente pagamentos de multas. Um estudo da consultoria KPMG revela que a impunidade e a falta de sistemas eficazes de controle estão entre os principais motivos que levam à fraude”, disse, durante o seminário de Controles Internos e Compliance, Auditória e Gestão de Riscos, promovido pela CNseg, em agosto, em São Paulo.

O resultado é um efeito cascata para toda a sociedade. “A fraude vai contra os princípios do seguro (boa-fé), desencadeia alto custo operacional das companhias e o resultado é o aumento de preço, inviabilizando, assim, o acesso de novas camadas da sociedade ao seguro.”

Onde entra o corretor

No combate à fraude, o corretor faz toda a diferença. “Ele precisa atentar-se ao preenchimento correto da proposta, orientar o segurado sobre as coberturas e o seguro em si, alertando-o sobre o que a fraude acarreta”, especificou Nobrega.

Apenas para exemplificar, não raros são os casos de apólices de seguro de automóvel com manipulação de informações, como, por exemplo, a troca do CEP do segurado para melhores precificações. “A redução do prêmio pode chegar a 30% e quando a manipulação é feita de forma massificada, o prejuízo é grande para as companhias, para os corretores idôneos que perdem negócios e ao cliente, que pode ter o sinistro recusado”, alertou Adil Mohamed, gerente sênior da Área de Prevenção e Combate à Fraude na SulAmérica.

Prevenção

Enquanto não há uma legislação específica em torno do tema, o executivo da Bradesco Vida e Previdência defende que a melhor maneira para combater a fraude é a prevenção. “Algumas seguradoras criaram áreas de inteligência, sistemas internos de filtragem dos sinistros, aliadas à regulação e investigação”. “As companhias precisam trabalhar com sistemas específicos que gerem modelos de estatísticas, para que sejam verificados indicadores e dados”, defendeu Mohamed.

Fraudes mais frequentes

- Segurado falecido antes da contratação do risco;

- Simulação de invalidez do segurado;

- Falsificação ou adulteração de exames, atestados médicos, etc.;

- Simulação de morte e homicídio do segurado cuja autoria envolve beneficiário;

- Tentativa de inclusão de beneficiários sem vínculo empregatício nos planos corporativos e uso de carteirinhas de planos por terceiros;

- Fraudes de prestadores de serviços, aumento brusco de consultas em determinado mês.

Indicadores de fraudes

- Sinistros que ocorrem muito próximos ao início da vigência da apólice;

- Omissão de informações importantes no formulário do sinistro;

- Narrativa suspeita sobre a forma de ocorrência do sinistro;

- Pressão para pagamento da indenização;

- Segurado solicita aumento do valor do capital segurado;

- Assinatura na proposta não confere com a dos documentos pessoais;

- Envio de sinistro atrasado. (Edição 130)[2]

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