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10/10/2012 - Diário de Notícias / Lusa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP acusa três arguidos por peculato e falsificação na Gebalis


O Ministério Público deduziu hoje acusação contra três arguidos pela prática de crimes de peculato e falsificação ocorridos durante um ano na empresa da gestão dos bairros municipais de Lisboa, a Gebalis, informa a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Numa nota publicada na sua página oficial na Internet, a PGDL afirma que "ficou indiciado que no período compreendido entre 7 de Fevereiro de 2007 e 26 de Junho de 2008 os três arguidos agiram de acordo com um plano comum de falsificação de cheques da Gebalis de forma a apropriarem-se de quantias que não lhes pertenciam, em prejuízo da empresa municipal".

Por isso, o Ministério Público (MP) "deduziu acusação contra três arguidos pela prática dos crimes de peculato e falsificação, ocorridos no âmbito do exercício de funções de um dos arguidos na Gebalis".

O inquérito esteve a cargo da 9.ª secção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa.

Contactado pela Agência Lusa, o presidente da Gebalis, Luís Natal Marques, explicou que esta investigação surge de uma denúncia feita pela empresa municipal à Polícia Judiciária, dando conta de "pagamentos que foram feitos e que não estavam conformes com os recibos verdes apresentados" e, por isso, "levantaram algumas suspeições".

Luís Natal Marques lembrou que quando assumiu a gestão da empresa municipal, no final de 2008, existia um "prejuízo de três milhões de euros que espelha as práticas danosas de gestão que estavam instaladas na Gebalis".

O líder da empresa municipal não quis prestar mais informações sobre o processo, alegando que está em segredo de justiça.

Fonte ligada ao processo disse à Lusa que um dos arguidos, que trabalhava na empresa municipal, está actualmente reformado.

Já em Outubro de 2008, o MP acusou três arguidos (o ex-presidente da Gebalis Francisco Ribeiro e dois vogais do conselho de administração - Carla Machado e Mário Peças) por um crime de peculato e um de administração danosa entre 2006 e 2007.

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