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18/10/2007 - Agência Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pacto contra a corrupção une mais de 400 empresas em um ano

Por: Morillo Carvalho


Brasília - Uma iniciativa do setor privado está unindo empresas no combate à corrupção. Até ontem (17), 429 empresas e 86 entidades empresariais aderiram ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção, criado em junho de 2006 pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.

Ao assinar o termo, os empresários se comprometem a respeitar seis critérios de transparência, que proporcionam a melhoria da imagem das instituições privadas. A idéia surgiu em 2005, quando um jornalista, por meio de um artigo, desafiou o Instituto Ethos a mobilizar a iniciativa privada contra a corrupção e o trabalho escravo e infantil. O pacto nasceu um ano depois, com cerca de 100 empresários.

Uma página na internet foi criada para quem quiser entender o projeto. No endereço www.empresalimpa.org.br, estão disponíveis os nomes de todas as empresas que assinaram o termo e os compromissos assumidos, além de notícias e de um “corruptômetro”, que mede o quanto a corrupção fatura por minuto. “Uma das maiores fontes de corrupção no Brasil é a contribuição das empresas em campanhas eleitorais”, ressalta o secretário-geral do pacto, Caio Magri.

Apesar de contribuir para a melhoria no ambiente de negócios no país, o pacto representa apenas um dos instrumentos para combater a corrupção no setor privado brasileiro. A prevenção de irregularidades como o esquema de fraudes em importações desmontado na terça-feira (16) pela Operação Persona da Polícia Federal e da Receita Federal exige outros mecanismos de acompanhamento.

Segundo Macri, apesar de ilegal, a fraude descoberta pela Operação Persona não pode ser considerada como corrupção e, portanto, está fora da abrangência do pacto. “Corrupção é molhar a mão do fiscal para não pagar o tributo”, explica. “Isso é previsto no suborno [num dos termos do compromisso], mas a sonegação, apesar de ilegal, não pode ser entendida como corrupção”, explica. A operação resultou na detenção de 40 pessoas, inclusive o presidente no Brasil da multinacional Cisco Systems, Pedro Ripper.

Para acompanhar a lisura nas compras das empresas do exterior, existe uma opção. No endereço www.receita.fazenda.gov.br/aduana/ImportProdSensiveis.htm, um sistema de controle permite alertar a Receita de irregularidades em operações de importação de produtos.

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