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24/10/2012 - As Beiras Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Julgamento de homem acusado de crimes de contrafação de cartões e burla informática

Por: António Alves


O tribunal de Aveiro começou hoje a julgar um cidadão romeno, suspeito da prática de centenas de crimes de contrafação de cartões bancários e de burla informática, entre outros.

O arguido, que chegou a Portugal no dia 01 de junho de 2011, foi detido em flagrante delito sete dias depois pela Polícia Judiciária (PJ), em Ílhavo, tendo na sua posse dispositivos eletrónicos que acabava de retirar de uma caixa ATM.

Com estes dispositivos, segundo a PJ, o indivíduo “conseguia obter os elementos de segurança dos cartões bancários, que eram depois utilizados em território nacional e, sobretudo, na Rússia, permitindo assim levantamentos de numerário”.

O prejuízo causado pelo detido foi estimado pela PJ de Aveiro em cerca de 25 mil euros, levantados de contas bancárias através da cópia de cartões de multibanco.

O arguido, que se encontra preso preventivamente, há mais de um ano, no estabelecimento prisional de Aveiro, optou por não prestar declarações na primeira audiência.

Na sessão de hoje, o tribunal ouviu o pai do detido, que veio da Roménia de propósito para assistir ao início do julgamento.

A testemunha contou que o filho “veio para Portugal à procura de uma vida melhor, mas não foi isso que aconteceu”.

O coletivo de juízes ouviu também um técnico de segurança do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA), uma das instituições bancárias que terão sido lesadas com a conduta do arguido.

Esta testemunha disse que a instituição bancária recebera uma informação de que algumas ATM’s tinham sido alvo de “captura de informação” e de que quatro cartões de débito de clientes do banco tinham sido clonados.

Com as cópias destes cartões, segundo o bancário, terão sido feitos levantamentos no valor total de 760 euros, em ATM’s localizadas em Lisboa e no Porto, além de várias tentativas de levantamento que foram recusadas.

A testemunha referiu ainda que apenas um dos clientes foi ressarcido pelo Banco, porque foi o único que reclamou junto daquela instituição.

O arguido está acusado pelo Ministério Público de 146 crimes de contrafação de moeda, 146 de burla informática, 135 de passagem de moeda falsa, dois de contrafação na forma tentada e um de associação criminosa.

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