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18/10/2007 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha é presa no Montese

Por: Nicolau Araújo


Identidades falsas, clonagem de selos de cartórios e da Junta Comercial, empresas de fachada, cheques com valores que chegam a R$ 20 mil, cartões de crédito, contas bancárias fantasmas, veículos adquiridos em nome de pessoas que nunca existiram. O acervo é parte do material apreendido pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), ontem à tarde, no bairro Montese, em uma operação conjunta do Departamento de Inteligência (DIP) e da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (DFRV).

Segundo o delegado do Departamento de Polícia Especializada, Jairo Pequeno, que acompanhou as duas semanas de investigações, as três pessoas que foram presas em flagrante na tarde de ontem fazem parte de uma quadrilha de estelionatários que estaria preparada para provocar um dos maiores rombos no comércio de Fortaleza. "A quadrilha já havia adquirido alguns bens e já estava pronta para provocar um grande estrago no mercado de Fortaleza. A Polícia agiu rápido e evitou a concretização de um dos crimes mais bem preparados que já vimos. Acreditamos que mais pessoas serão presas nos próximos dias", comentou o delegado.

De acordo com o titular da DDF, delegado Andrade Júnior, a quadrilha seria comandada pelo ex-modelista Francisco Costa da Silva, 34 anos, que usava o nome falso de Watson Bruno Costa. Foram presos ainda o sobrinho do ex-modelista, Francisco Fabiano Rodrigues Machado, 29 anos, que usava o nome de Fabiano Costa Rodrigues e Silva, e Francisco Abelardo Alves Patrício, 35 anos, que era funcionário de uma das empresas fantasmas.

O grupo começou a ser investigado a partir da prisão de um homem, por policiais da DFRV, que estava com um carro adquirido em nome de um "fantasma" (pessoa que usa documentação falsa). Além do acervo apreendido, a quadrilha possuía ainda contracheques e contas telefônicas e de serviços públicos em nome de "fantasmas".

Em entrevista ao O POVO, o homem apontado como líder da quadrilha disse que o golpe começou a ser planejado por acaso. "Eu tinha uma empresa de confecção e as dificuldades para se conseguir financiamentos eram grandes. Foi então que começaram a surgir as 'idéias'", revelou o estelionatário, que nunca havia sido preso pela Polícia. "Sempre tive medo desse dia (prisão). Só queria dizer para a minha mãe e para meus dois filhos que estou muito envergonhado".

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