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02/10/2012 - Portal Exame Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Como escapar de golpes em viagens pelo mundo?

Por: Luciana Carvalho e Rafael Sette Câmara

Turista pode ser um alvo fácil para pessoas mal intencionadas em qualquer lugar do mundo. Veja como evitar prejuízos e dores de cabeça nas viagens.

Como escapar de golpes em viagens pelo mundo?

Respondido por Rafael Sette Câmara*

Viajar é sempre uma ação prazerosa. Mas, infelizmente, muitas vezes os turistas são alvo de golpistas e uma viagem de férias pode virar um problema se o viajante cai num desses esquemas. Por mais que a maioria das pessoas seja honesta, os poucos golpistas são muito criativos e eficientes na hora de tirar o dinheiro do turista.

1 “Vocês estão com as passagens?”, perguntou o homem, que estava na entrada da estação de trem, em Nova Délhi, na Índia. Entregamos o documento e, após uma rápida olhada, ele garantiu: “Seu trem foi cancelado. Vocês precisam comprar um novo ticket”. Saímos de perto do homem imediatamente: era um golpe. O golpista estava a poucos metros de um posto policial e realmente se parecia com um funcionário do local. Esse é um golpe muito comum na Índia e no sudeste asiático. Se te falarem que algum serviço que você contratou foi cancelado ou fechado, não acredite. Peça para ver os documentos do sujeito ou simplesmente saia de perto.

2 “O hotel que você reservou é muito ruim e velho”. Isso também foi na Índia, mas é um golpe comum em vários países da Ásia. Normalmente é praticado por motoristas de táxi ou de tuk-tuk, aquele triciclo que é usado no transporte de passageiros por lá. O motorista vai fazer de tudo para te convencer a ficar em outro hotel, “um muito melhor e mais barato”, ele vai garantir. É que o tal hotel dá uma generosa comissão para os motoristas que deixam clientes lá. Mas quem paga é você, já que o valor da comissão será acrescentado na sua diária.

3 “Está no estoque. Você vai pagar com cartão de crédito?”. Não caímos nesse golpe por pouco. É um dos esquemas mais comuns em Hong Kong e normalmente envolve a venda de produtos eletrônicos. A vítima pede um produto em promoção. O funcionário faz a venda com um que está no mostruário. Assim que o turista faz o pagamento, o vendedor diz que não tem o tal produto no estoque. A solução oferecida pela loja é que você leve outro produto, sempre de pior qualidade. Está muito barato até mesmo para os padrões do país? Desconfie. E só faça o pagamento depois que o produto estiver perto de você.

4 As ruas da Cidade do Cabo, na África do Sul, estavam lotadas: era a tradicional parada do dia 1º de janeiro. De repente um homem que estava próximo de mim parou e começou a olhar para o alto e apontar. Eu olhei. E imediatamente senti uma mão em meu bolso. Não fui roubado por sorte. Os batedores de carteira são responsáveis pelo mais comum de todos os golpes. Não se distraia quando estiver em lugares lotados. O detalhe é que o golpista vai tentar te distrair. Pode ser uma chave jogada no chão, um homem que te derruba na entrada do metrô ou alguém que te pede informação. Não leve nada no bolso de trás, cuide do que está no bolso da frente e não ande com a mochila ou bolsa nas costas quando estiver em lugares cheios de gente. E lembre-se que não existe país completamente livre dos batedores de carteira: esse é um dos golpes mais comuns na Europa.

5 Outro golpe envolvendo táxis é muito comum em Buenos Aires. No final da corrida, o passageiro entrega uma nota de valor alto ao motorista. Sem que o passageiro perceba, o golpista troca a nota por uma falsa e reclama com o passageiro, pedindo por outro pagamento. Ou finge que recebeu uma nota de menor valor e exige que o passageiro faça o pagamento que seria correto. Para não cair neste golpe tente pagar as corridas de táxi com notas de valor mais baixo e fique atento aos movimentos do motorista.

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