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01/10/2012 - Diário de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Jefferson é condenado por lavagem de dinheiro

Delator do mensalão já tinha sido considerado culpado na semana passada pelo crime de corrupção passiva.

O STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou ontem a tese de que houve “apenas” caixa 2 no mensalão e confirmou que o PT comprou apoio político usando dinheiro público no esquema de corrupção que abalou o primeiro governo do ex-presidente Lula.

A condenação do delator do mensalão, Roberto Jefferson, por lavagem de dinheiro foi definida pelo ministro Dias Toffoli. Também foi condenado pelo mesmo crime o ex-deputado da legenda Romeu Queiroz. Essa é a segunda condenação de Jefferson por participação no mensalão. Na semana passada, o ex-parlamentar tinha sido considerado culpado da acusação de corrupção passiva. “Roberto Jefferson utilizou-se de astúcia visando ocultar ou dissimular o recebimento de R$ 4 milhões. Assim agindo, a intenção do acusado foi impedir o rastreamento dos recursos”, afirmou Toffoli em seu voto.

“Se impõe a todos os cidadãos dessa República um dever muito claro: a de que o estado brasileiro não tolera o poder que corrompe nem admite o poder que se deixa corromper. Este processo revela a face sombria daqueles que, no controle do aparelho de estado, transformaram a cultura da transgressão em prática ordinária e desonesta de poder”, continuou o ministro Celso de Mello, que acompanhou o voto do relator do processo, Joaquim Barbosa, contra todos os acusados na íntegra.

Com o posicionamento de Mello, também formou-se maioria pelas condenações do deputado Pedro Henry (PP-MT) e do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri por corrupção passiva. Na semana passada o STF já tinha condenado o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP), os ex-deputados Pedro Corrêa (PP), Bispo Rodrigues (PL, atual PR) e José Borba (ex-PMDB), além de Jacinto Lamas, ex-tesoureiro do PL, e João Claudio Genú, ex-assessor do PP, pelo crime de corrupção passiva.

O voto, ontem, do ministro Carlos Ayres Britto pela condenação de Borba no crime de lavagem de dinheiro levou ao primeiro empate do processo.

O ex-parlamentar obteve cinco votos pela absolvição e cinco pela condenação. Ayres Britto afirmou que a questão só vai ser definida no final do julgamento, na proclamação do resultado. Segundo o presidente da Corte , “teoricamente”, todos podem mudar o voto até a leitura do último voto. Os próprios ministros da corte estão divididos sobre o que deve ser feito e há divergências se Britto poderia votar duas vezes.

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