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01/10/2012 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bancos perdem R$ 1,5 bilhão


São Paulo. As perdas dos bancos com fraudes eletrônicas aumentaram 60% em 2011, segundo dados da Febraban (federação dos bancos). O prejuízo total das instituições foi de R$ 1,5 bilhão. Para contabilizar o rombo, a Febraban costuma considerar as operações fraudulentas em transações não feitas com cartão de crédito e de débito (presenciais e virtuais), no "internet banking" e em operações por meio do telefone.

Mas, no ano passado, a esses canais, foi acrescentado as fraudes em serviços bancários acessados por meio de aparelhos móveis, como smartphones e tablets. "As fraudes no ´mobile banking´ não são tão preocupantes, porque o número de clientes ainda não é tão grande", afirma César Flausino, coordenador da comissão de prevenção de fraudes eletrônicas da Febraban.

No entanto, logo chamarão a atenção de golpistas, pelo aumento de acessos, afirma.

Os bancos projetam que os smartphones estejam em cinco anos no mesmo patamar de importância do "internet banking", que se tornou o principal canal de atendimento neste ano. Os dados da federação mostram que a ação de fraudadores se intensificou na segunda metade de 2011. Enquanto o rombo foi de R$ 685 milhões no primeiro semestre, chegou a R$ 815 milhões no segundo. Em 2010, as fraudes haviam sangrado os bancos em R$ 940 milhões.

Multas

Um projeto de lei quer repassar parte do valor de multas aplicadas a empresas para os consumidores lesados por elas. A proposta do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) estipula que quando a multa decorrer de uma infração de consumo, 30% do valor deverá ser pago diretamente aos consumidores envolvidos, desde que seja possível identificá-los individualmente. Segundo o projeto, se a medida não for cumprida, os infratores terão de pagar a multa em dobro

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