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25/09/2012 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

'Se você faz a pose, mesmo fingindo ganha poder', diz psicóloga

Por: Iara Biderman


A psicóloga Amy Cuddy, 40, ensina liderança e negociação na Harvard Business School (EUA). E estuda o aspecto menos óbvio das relações profissionais: a comunicação não verbal.

Pesquisa mostra o poder das posturas corporais

Cuddy pesquisa como a linguagem corporal afeta a carreira e investiga de que forma as posturas podem causar mudanças comportamentais e fisiológicas profundas.

A psicóloga, que atualmente estuda a relação entre liderança e níveis de cortisol, fala sobre seu trabalho nesta entrevista à Folha.

Folha - Por que a sra. resolveu investigar posturas de poder?

Amy Cuddy - Observando meus alunos percebi uma relação entre as posturas e sua participação nas aulas. Os que mostravam poses poderosas participavam mais e tinham melhores notas. Resolvi testar se o desempenho dos alunos mais retraídos poderia ser influenciado por meio das posturas corporais.

Qual é a relação entre posturas e hormônios?

Estudos mostram que quem assume a liderança de um grupo muda seu perfil hormonal: produz mais testosterona e menos cortisol.

Sabemos que esses hormônios mudam conforme situações exteriores: se você fica parado no trânsito, o cortisol sobe; se você vai competir, a testosterona aumenta, mas, se perder, os níveis desse hormônio baixam. Nessas situações, as posturas corporais também são afetadas.

Resolvemos pesquisar se o caminho inverso era possível: usar a organização do corpo para mudar as reações fisiológicas e comportamentais às situações estressantes.

Há diferenças para homens e mulheres ou para pessoas de diferentes meios sociais?

Na pesquisa, o efeito hormonal foi o mesmo para ambos os sexos e pessoas de diferentes etnias, mas os participantes ficavam sozinhos em uma sala enquanto faziam as poses. É possível que ocorram diferenças quando há interação com outras pessoas, porque temos normas sociais sobre as posturas apropriadas para homens, mulheres, jovens, subalternos.

Por que o efeito permanece depois que a pessoa deixou de fazer a postura de poder?

Se a pessoa enfrenta um desafio se sentindo confiante e relaxada, passa a mensagem de que tem poder. Os outros percebem a força e reforçam a sensação de confiança, o que sustenta o nível hormonal.

Em quais situações as mudanças posturais podem ser úteis?

Em entrevistas de trabalho, quando é preciso falar em público ou confrontar um superior ou tomar decisões que envolvem riscos.

Tenho recebido mensagens de pessoas que mostram como as aplicações são amplas: desde professores que precisam enfrentar uma classe de alunos muito agressivos até uma idosa que vai a uma consulta e tem medo de fazer perguntas ao médico.

A sra. se considera uma pessoa poderosa?

Tenho autoconfiança, mas nem sempre foi assim. No começo da carreira, fingia estar confiante. Se você faz pose de poderosa, mesmo fingindo, ganha esse poder de verdade.

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