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24/09/2012 - A Tarde Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cartão clonado? Veja como resolver

Por: Priscila Machado


Há três anos, Bernadete Bacelar, 66, ficou surpresa com uma cobrança de R$ 150 na fatura do cartão de crédito. As compras foram realizadas em Fortaleza, capital do Ceará, cidade onde ela nunca esteve.

Além de passar pelo constrangimento de ser barrada em estabelecimentos ao tentar fazer compras a crédito, Bernadete Bacelar recebia constantes cobranças da operadora do cartão. Só após três anos de muita dor de cabeça, a situação foi resolvida.

Com Thereza Bitencourt, 48 anos, a situação foi parecida, só que o rombo foi ainda maior. Em três anos, ela teve dois cartões fraudados. Em um deles, foi comprada uma passagem aérea internacional que custou mais de R$ 1 mil, e no outro também foi adquirido um bilhete para um voo, só que no valor de R$ 600.

Thereza foi orientada a pagar o débito para depois ser reembolsada. "Achei um absurdo! E se eu não tivesse esse dinheiro?", questiona.

De acordo com a advogada do Procon, Luciana Lacerda, não se trata de um absurdo, mas de uma prática abusiva. Luciana afirma que o cliente não é obrigado a pagar por uma compra que não fez. Se isso acontecer, o consumidor tem direito a receber a devolução em dobro e com correção monetária.

O caso de Bernadete também foi resolvido de forma indevida. Luciana Lacerda explica que o prazo de três anos para solucionar um problema na área de defesa do consumidor é abusivo. Além disso, a operadora não deve cobrar pela dívida, uma fraude.

Bernadete Bacelar foi enganada por uma suposta atendente, que obteve o código do cartão de crédito pelo telefone. A advogada ainda explica que a responsabilidade da operadora independe de quem realizou a fraude, porque é obrigação da instituição "oferecer um sistema seguro aos clientes".

Fatura desconhecida

E quando chega a fatura de um cartão que você nem sequer fez? Foi isso que aconteceu com Edjane Alencar, 27. Ela confiou o número de alguns documentos nas mãos de uma conhecida que prometeu conseguir empregá-la. Meses depois, em vez de emprego, Edjane recebeu dívidas. O prejuízo foi tamanho que ela ficou com o nome 'sujo' e por isso não passou em algumas seleções de emprego. De acordo com o Procon, caso não tenha ocorrido descuido com os dados, a vítima deve pedir a isenção do débito.

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