Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


ÚLTIMOS TREINAMENTOS DE 2017 SOBRE FRAUDES e DOCUMENTOSCOPIA

Veja aqui a programação dos últimos treinamentos sobre Falsificações e Fraudes Documentais (16/11) e sobre Prevenção e Combate a Fraudes em Empresas (30/11).

Acompanhe nosso Twitter

21/09/2012 - RCM Pharma Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Neurologista Machado Cândido absolvido de burla e falsificação de documentos


O Tribunal Criminal de Lisboa absolveu esta sexta-feira o neurologista Machado Cândido dos crimes de burla qualificada e falsificação de documentos, disse o arguido à agência Lusa.

Há um ano que o neurologista Machado Cândido “aguardava calmamente” o final do processo: “Hoje fez-se justiça. Morosa, mas fez-se justiça”, comentou à Lusa depois de conhecida a decisão dos juízes da 6ª vara criminal de Lisboa.

Machado Cândido disse que sempre “teve a consciência limpa”, tendo desempenhado a sua actividade normalmente, contando com “o apoio dos colegas e do hospital”.

“A minha actividade no hospital manteve-se rigorosamente a mesma, continuei a fazer o banco de urgências e a tratar os doentes como os tratava antes”, adiantou.

O neurologista adiantou que está ainda a decorrer um processo administrativo contra o Ministério da Saúde, do qual está “a aguardar resultados há muitos meses”.

O caso remonta a Outubro de 2009, quando a Inspecção-geral da Saúde (IGAS) suspendeu o então chefe do Serviço de Neurologia do Hospital de São José por 240 dias por alegadamente ter cobrado centenas de horas a mais ao Serviço Nacional de Saúde, durante vários anos, algumas em dias em que estaria de férias, segundo a acusação do Ministério Público.

A investigação da IGAS partiu de uma denúncia anónima e apurou que o médico Joaquim Machado Cândido terá também efectuado viagens pessoais por conta de verbas do Serviço de Neurologia e promovido jantares aos seus profissionais numa quinta de turismo rural pertencente a uma empresa da qual é sócio, alegadamente pagos com verbas do Hospital de São José, integrado no Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

O médico recorreu hierarquicamente para a então ministra da Saúde e em Fevereiro de 2010, três meses depois da decisão da IGAS, a tutela optou por uma atenuação da sanção.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 267 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal