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21/09/2012 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

TJ nega liberdade a acusado de fraude

Marcos da Silva é membro da quadrilha liderada pelo contador Adelino Brandt Filho, preso pelo GAECO.

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) negou habeas corpus e manteve na cadeia Marcos da Silva, apontado pelo Ministério Público como membro da quadrilha liderada pelo contador mariliense Adelino Brandt Filho e especializada na inserção de dados falsos no sistema da Receita Federal, receptação de espelhos de documentos públicos, falsificação, fraudes bancárias e contra o comércio, receptação de veículo e lavagem de dinheiro presa no final de julho na “Operação Klon”, deflagrada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

O pedido de revogação da prisão preventiva foi impetrado pelo advogado Manoel Manzano Júnior, que argumentou não estarem presentes os requisitos autorizadores da custódia cautelar, já que seu cliente é primário e possui bons antecedentes, além de residência fixa e ocupação lícita. O defensor também alegou que outros dois réus do processo tiveram a prisão substituída por medida cautelar.

“A providência liminar em habeas corpus é excepcional, razão pela qual está reservada para os casos em que avulta flagrante o constrangimento ilegal. E essa não é a hipótese dos autos. Assim, fica indeferida a liminar pleiteada”, diz trecho do despacho, assinado pelo desembargador José Damião Pinheiro Machado Cogan.

Com isso, Marcos da Silva, assim como Brandt Filho, Carlos Martinelli, Dorival Carvalho Ramos, Eliel Valentin de Souza, Marisa de Lima Furlaneto Cardoso e Guilherme Furlaneto Cardoso continuará atrás das grades. Já João Bosco Dias da Silva, Esther Rodrigues Diego e Carlos Alberto Gonçalves - este último advogado com licença da OAB cassada - permanecem foragidos.

Todos os réus, que já tiveram denúncia aceita contra eles pela Justiça, respondem pelos crimes de formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos, falsificação de documentos particulares, falsidade ideológica, estelionatos, receptação e lavagem de dinheiro.

Se condenados, cada um pode pegar até 38 anos de prisão em regime fechado, além do pagamento de multa. O processo corre em segredo de Justiça.

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