Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


ÚLTIMOS TREINAMENTOS DE 2017 SOBRE FRAUDES e DOCUMENTOSCOPIA

Veja aqui a programação dos últimos treinamentos sobre Falsificações e Fraudes Documentais (16/11) e sobre Prevenção e Combate a Fraudes em Empresas (30/11).

Acompanhe nosso Twitter

23/06/2012 - A Tribuna Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Roubo não é tudo. Há, também, o estelionato

Por: Michella Guijt


Além da carga transportada pelas viaturas dos Correios, há outros alvos dos ladrões. “Também registramos boletins de ocorrência de vítimas que não receberam cartões de grandes redes de lojas”, afirma o delegado titular do 5º DP de Santos, Antonio Carlos Machado Junior.

Ele destaca que o roubo desses cartões se reflete no aumento de outro tipo de crime: o estelionato. “Todos os dias, registramos pelo menos uma ocorrência oriunda desse reflexo dos assaltos aos carteiros. São pessoas que tiveram o cartão usado por outra pessoa para fazer compras ou que não receberam o cartão em casa”, diz.

Segundo estatística do 5º DP, que abrange a Zona Noroeste de Santos, registraram-se dois assaltos a funcionários dos Correios em 2011.

Neste ano, o número de assaltos passou para seis. “É um tipo de crime que está crescendo e nos preocupa por vários motivos. O primeiro deles é a segurança dos trabalhadores. O segundo é o uso do fruto de roubo também para estelionato. E o terceiro é o prejuízo da população, que compra um bem e não o recebe em casa”, frisa.

Tentativas

O presidente do Sintect alega que a violência na rotina dos carteiros é ainda maior. “Nas nossas estatísticas, que também englobam as tentativas de assalto, cerca de dez trabalhadores são alvo de ladrões por mês, em Santos”, alega José Antonio da Conceição.

Em São Vicente, o índice estimado pelo sindicato da categoria é de 30 assaltos por mês – um por dia. “Orientamos os trabalhadores a registrar BO (Boletim de Ocorrência) mesmo em caso de tentativa de assalto. Mas muitos não vão por medo de serem reconhecidos pelos bandidos na rua”, diz o sindicalista.

O receio de represálias dos assaltantes atrapalha as investigações. Segundo o delegado do 5º DP, vítimas não comparecem ao distrito policial para reconhecer os suspeitos de praticar os crimes.

“Há cerca de três meses, localizamos dois suspeitos de assaltar produtos de entrega dos Correios. Mas a empresa não respondeu a nossa solicitação e nenhum dos carteiros assaltados veio fazer o reconhecimento por foto. E, se não há vítima, não há bandido. Por isso, os suspeitos foram liberados da investigação”, alega Machado Junior.

Ele também informa que todos os BOs de assaltos a carteiros são enviados à Polícia Federal, corporação responsável pela investigação – a Empresa de Correios e Telégrafos é subordinada ao Governo Federal.

A Tribuna contatou a Polícia Federal, mas o delegado responsável pela investigação não pôde conceder entrevista porque estava em uma reunião em São Paulo.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 79 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal