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20/06/2012 - Correio do Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pai de santo e comparsa são denunciados no Rio


O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por intermédio da Promotoria de Justiça junto à 27ª Vara Criminal, ofereceu denúncia em face de Edmar Santos de Araújo, vulgo Pai Bruno de Ogum, e de Alex Alberto de Souza pelos crimes de estelionato, quadrilha e extorsão.

Pai Bruno prometia, mediante pagamento, “trazer a pessoa amada em três horas”, como informa a denúncia. A Promotoria requereu ainda a conversão da prisão dos denunciados em preventiva, já que eles foram presos em flagrante na madrugada do dia 13 de junho, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

A Promotoria informou que Edmar se autodenominava “pai de santo” e oferecia serviços de magia negra, mediante pagamento de quantia em dinheiro. Ainda de acordo com a Promotoria, a vítima, que acabou por denunciá-lo à 14ªDP (Leblon), não teve a solicitação atendida e percebeu que se tratava de um golpe porque Pai Bruno alegava sempre precisar de mais dinheiro para “terminar o trabalho”.

Trecho da denúncia diz que Edmar passou a ameaçar a vítima, após a recusa de entregar mais dinheiro a Alex, que trabalhava como motoboy e era o responsável por receber os pagamentos em espécie.

Segundo informações contidas na denúncia, mais duas pessoas eram comparsas dos denunciados. Identificadas apenas pelos nomes Luciana e Cláudia, elas atuavam como secretárias, efetuando as ligações e exigindo dinheiro dos clientes.

Pai Bruno foi detido há um semana por policiais da 14ª DP. Segundo a polícia, ele comandava um grupo que havia praticado o crime contra várias outras pessoas.

O caso

Segundo o rapaz, Pai Bruno cobrou valores além do que havia sido combinado e já pago, alegando que “a magia já tinha começado e precisava de mais dinheiro para prosseguir”. A vitima disse que resolveu procurar a polícia depois das ameaças. Em depoimento, o rapaz disse que ligou para o pai de santo, no dia 7 de junho, depois de ler anúncio na internet, porque se sentia muito sozinho. Ele contou que uma secretária atendeu o telefone e cobrou R$ 170 pelo serviço: trazer a pessoa amada em três horas.

No mesmo dia, o jovem se encontrou com um motoboy próximo ao 23º BPM (Leblon), levando o dinheiro, além de uma fotografia 3X4, dois desodorantes e um par de roupas usadas. Trinta minutos depois, ele recebeu telefonema da suposta secretária, que lhe disse que precisava de mais R$ 550,00 para “prosseguir com a magia”.

A vítima pagou o valor, ao mesmo motoboy e no mesmo local. Meia hora depois, recebeu novo telefonema da mulher. Ao questioná-la, afirmando que já pagara o devido, teria recebido a primeira ameaça: “Magia negra é uma coisa muito séria. Se você não pagar, você vai ver só”.

O jovem alegou que não tinha como sacar mais dinheiro. Dessa vez, quem teria falado ao telefone foi o próprio Pai Bruno de Ogum: “Se você não pagar, eu vou no lugar do motoqueiro e você vai ver só”.

Nos dias seguintes, o rapaz recebeu vários telefonemas com cobranças e ameaças. Até que recebeu uma mensagem: “Você vai ver do que o diabo é capaz de fazer com sua vida”.

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