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18/09/2012 - Gaz Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presos 14 acusados de crimes contra a administração pública

Operação Babilônia foi deflagrada na manhã desta terça-feira em Porto Alegre e sete municípios do interior.

Agentes da Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e da 22ª Delegacia Regional de Polícia, com sede em Três Passos, deflagraram na manhã desta terça-feira, 18, a Operação Babilônia em Porto Alegre e mais sete municípios do interior. A ação visa o combate a crimes contra a administração pública.

Ao todo, 290 policiais cumpriram 55 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão nos municípios de Três Passos, Bom Progresso, Santo Augusto, Três de Maio, Passo Fundo, Ijuí, Braga e Porto Alegre. Os mandados foram cumpridos em três casas de secretários municipais e do prefeito de Bom Progresso, Armindo David Heinle (PP). Ele nega envolvimento com qualquer tipo de irregularidade. Os policiais também cumpriram mandado na Prefeitura de Bom Progresso.

Até o fim da manhã a operação contabilizava 14 prisões, entre eles três secretários municipais, sendo dois filhos do prefeito de Bom Progresso. Segundo os policiais, um dos homens, que era secretário, teria saído da secretaria para concorrer a vereador.

Os acusados deverão ser indiciados pelos crimes de fraude à licitações, peculato apropriação, peculato desvio, formação de quadrilha, coação no curso do processo, lavagem de dinheiro, falsidade documental e uso de documento falso. Além dos três secretários municipais, empresários receberam voz de prisão por terem cometido crimes contra a administração pública. A polícia também apreendeu documentos, computadores, dez armas, sendo seis espingardas e quatro revólveres. Ainda foram apreendidos talonários de combustível em branco mas já assinados.

Segundo as investigações, a organização criminosa teria desviado cerca de R$ 7 milhões do município de Bom Progresso. Entre as fraudes está a de compra superfaturada de pneus, remédios e material de construção. Entre os empresários presos está o proprietário de uma grande rede de farmácias.

Lojas da rede emitiam notas em nome de pessoas carentes como se elas tivessem comprado remédios via convênio com a Prefeitura. Na realidade os supostos usuários do serviço não compravam nada. Quem comprava eram os envolvidas na fraude mas os produtos adquiridos não eram remédios. Entre outras medidas tomadas pela Polícia Civil na Operação Babilônia está a inviolabilidade dos bens patrimoniais dos acusados e a quebra do sigilo bancário.

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