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14/09/2012 - Económico Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fiscais do Infarmed correm país à caça de fraude nos medicamentos

Todos os inspectores do Infarmed vão realizar nas próximas 72 horas uma operação para identificar "actos que violem a legislação em vigor".

Em nota enviada à comunicação social, a autoridade que regula o setor do medicamento garante que está a acompanhar "todas as situações que impeçam o regular abastecimento de qualquer medicamento no mercado nacional e o acesso dos utentes aos medicamentos de que necessitam".

Em relação ao medicamento Sinemet, que continua esgotado em várias farmácias portuguesas, "pelas características da doença a que se destina e a importância da manutenção da terapêutica por parte dos doentes, tem sido particularmente visado nas ações de fiscalização do Infarmed ao circuito do medicamento", lê-se na nota.

"Não obstante, persistem, de forma recorrente, relatos nos órgãos de comunicação social sobre dificuldades de acesso a este medicamento e a situações que geram algum receio junto dos doentes de que dele necessitam", prossegue o Infarmed.

Uma vez que "tais relatos não coincidem com a informação transmitida pelo responsável pela colocação do medicamento no mercado, que garante estar a abastecer regularmente o mercado nacional com as embalagens suficientes para suprir as necessidades", o Infarmed determinou a realização, nas próximas 72 horas, de uma operação a nível nacional com o objetivo único de identificar atos que violem a legislação em vigor e que, por esse facto, estejam na origem das dificuldades de acesso ao medicamento Sinemet, ou outros".

O Infarmed vai ainda "criar um canal de comunicação direto com o Infarmed (por telefone e e-mail) exclusivamente dedicado à recolha de informações sobre o medicamento Sinemet ou outros com dificuldade de acesso", cujo objetivo é "receber reclamações e denúncias por parte dos doentes ou farmácias que permitam identificar potenciais focos de dificuldade de acesso aos medicamentos".

Para denunciar situações de falta de medicamentos os utentes poderão ligar para a o 217 985 225 ou enviar por escrito as informações para para o e-mail '[email protected]'.

Este organismo do Ministério da Saúde vai ainda "reunir com as associações de doentes e profissionais de saúde da área da doença de Parkinson de modo a envolvê-los na recolha e difusão de informação junto dos seus associados".

O Infarmed espera, com estas ações, "identificar responsabilidades na origem dos problemas de acessibilidade, garantir o regular funcionamento do circuito do medicamento e ultrapassar as dificuldades sentidas pelos doentes de Parkinson (ou outros) em aceder ao medicamento de que necessitam".

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