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15/10/2007 - PorkWorld Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Grãos: Fiscalização evita fraudes em Paranaguá


Mais de 166 mil caminhões e cerca de 27 mil vagões carregados de grãos para embarque já foram inspecionados este ano pela fiscalização da Empresa de Classificação do Paraná (Claspar) no Porto de Paranaguá. Para o presidente da empresa, agrônomo Valdir Isidoro Silveira, “o rigoroso trabalho executado pelos fiscais está garantindo a qualidade das exportações de grãos pelo porto paeanaense”. A fiscalização, que ocorre 24 horas por dia, está sempre atenta para evitar fraudes. “Tanto é que neste ano foram refugadas cargas de 4.200 caminhões depois da constatação que elas continham impurezas acima das exigências legais. Também foram refugadas 610 cargas de vagões com grãos inapropriados para embarques”, destaca Silveira.

Ainda segundo o presidente da Claspar, a fiscalização inspeciona a qualidade de grãos de soja, milho e sorgo e farelo de soja. Isto garante pela certificação oficial, explica, que estes produtos estão livres de impurezas, atendendo as exigência dos importadores. “Esta firme e rigorosa ação tem resultados positivos para os produtores paranaenses e exportadores já que não ocorreram mais, desde o início do Governo Roberto Requião, devoluções de cargas embarcadas, como acontecia no passado”, lembra Silveira. Para o presidente, a Claspar vem realizando eficientemente seu trabalho como suporte para que o Porto de Paranaguá mantenha sua credibilidade inquestionável no mercado mundial. “Essa integração operacional é importante porque aborta qualquer tentativa de desacreditar a qualidade dos grãos embarcados garantidos com uma certificação reconhecida internacionalmente”.

O presidente da Claspar ressalta que a vigilância fiscalizatória exercida pelos funcionários tem impedido a ocorrência de fraudes quanto à qualidade de grãos. “Assim é que na última semana de setembro, foram interceptados dois caminhões carregados com 76 toneladas de soja. Essas cargas continham volume expressivo de impurezas”. Os fiscais da Claspar confiscaram as cargas, evitando que fossem embarcadas em navios. O gerente regional da Claspar em Paranaguá, César Elias Simão, acionou a Polícia Militar para o encaminhamento legal, através de Boletim de Ocorrência, para providências relacionadas com a detenção dos motoristas para depoimentos e instauração de inquérito policial. As informações são da assessoria de imprensa do governo do Estado do Paraná.

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